Fonte: www.cio.uol.com.br
De acordo com estudo da consultoria Booz & Co., os fatores que mais influenciam na eficiência da área de tecnologia são a tomada de decisão e o fluxo de informações
Há algumas décadas, as empresas têm migrado dos departamentos de TI centralizados para o modelo descentralizado, o qual prevê que pequenos grupos de profissionais de tecnologia trabalhem dentro das áreas de negócio. Mas a necessidade urgente de cortar custos, impulsionada pela recente crise financeira internacional, fez com que muitas empresas revissem esse modelo. Elas perceberam que ao deixar os ativos de tecnologia em um mesmo local, conseguem facilitar o desenvolvimento, a virtualização de servidores, a gestão dos dados armazenados, o cloud computing (computação em nuvem) e a terceirização.
Em meados dos anos 90, havia uma tendência de as empresas optarem por ambientes híbridos de TI. Eles previam uma unidade de serviços compartilhados e grupos de profissionais de tecnologia distribuídos pelas unidades de negócios para atender às demandas específicas.
Um estudo conduzido pela consultoria Booz & Co., em 2008, já indicava que esse modelo híbrido tinha produzido alguns resultados ‘desapontadores’. Após ouvir 1,5 mil gestores de TI e clientes internos das unidades de negócio, o levantamento descobriu que as equipes de tecnologia eram melhor percebidas pelo resto da empresa quando elas atuavam dentro de um modelo centralizado. Isso porque, o formato tornava a tomada de decisão mais rápida e mais alinhada à estratégia da organização.
O resultado soa como uma vitória da centralização, mas o estudo da Booz descobriu que a questão do organograma não é a verdadeira chave para garantir a eficiência da TI. O fator mais importante, segundo o estudo, é a ‘decisão certa’ (de como fazer os investimentos em tecnologia) e o ‘fluxo de informações’ (como a TI se comunica com as áreas de negócio).
Além disso, a consultoria descobriu que as organizações mais eficientes têm CIOs que se reportam diretamente ao CEO e que apresentam um perfil inovador e empreendedor.
Números conclusivos
Algumas estatísticas recentes evidenciam essa preferência pela TI centralizada. Um recente estudo da Computerworld detectou que 37% dos 312 CIOs consultados apontam que seus departamentos serão cada vez mais consolidados nos próximos anos. Ao mesmo tempo, um levantamento da IBM, com 2,5 mil decisores de TI de todo o mundo, apontou que 76% deles projetam que as estruturas de tecnologia tendem a sofrer uma forte centralização em cinco anos.
Para o consultor em gestão de TI Harwell Thrasher existem três motivos para a centralização: reduzir custos, melhorar a eficiência e ganhar mais controle sobre a operação.
Com tecnologias como virtualização e gestão remota fazendo com que as infraestruturas de TI sejam mais econômicas, as companhias que um dia optaram pela descentralização tendem a rever seus modelos, segundo Thrasher.
Fonte: http://www.resellerweb.com.br/agenda/index.asp
Data: 16 de março de 2010
Local: Microsoft do Brasil - Avenida Rio Branco, 1 - Sala 811 - Centro - Rio de Janeiro/RJ
Sobre o Evento: Trata-se da apresentação e demonstração da ferramenta GoMAPS, que controla e acompanha o desdobramento estratégico das empresas por meio de mapas e indicadores de desempenho. Com a utilização da GoMAPS, as ações corporativas avançam para a melhoria contínua dos processos, além de possibilitar uma relação direta entre o operacional e o estratégico das corporações.
Tel: (21) 2518-1643 - Paula Feitosa (comercial@landesigners.com.br)
Fonte: www.cio.uol.com.br
Em vez de focar a atuação no corte de custos, CIOs devem direcionar esforços ao desenvolvimento de inovação, retenção de clientes finais, aumento da participação da companhia no mercado e geração de novos negócios e receitas.
Diferente da experiência vivida em 2009, quando as empresas buscavam cortar custos a qualquer preço, os executivos que comandam as áreas de TI atualmente devem direcionar seus esforços ao desenvolvimento da inovação, conquista e retenção de clientes finais, aumento da participação da companhia no mercado e geração de novos negócios e receitas.
No entanto, de acordo com a vice-presidente do programa executivo da consultoria Gartner, Ione Coco, menos de 10% dos CIOs brasileiros têm as iniciativas citadas como prioridades de atuação. “Isso porque a maioria das empresas não integra ou facilita o contato entre as áreas de TI e as de atendimento ao cliente e grande parte dos CEOs não têm a consciência das melhorias que o departamento de tecnologia pode gerar”, afirma ela.
No Brasil, a especialista destaca que os setores que mais se aproximam do novo modelo ideal de gestão da TI são varejo e finanças. “Principalmente no fim do ano, é possível ver CIOs de grandes varejistas circulando pelas lojas e desenvolvendo técnicas para melhor atender os clientes”, diz Ione, que complementa: “O mesmo acontece com os bancos, cujos líderes de tecnologia visitam as agências regularmente como se fossem clientes”.
Porém, para descrever o que consideraria a melhor iniciativa de TI no pós-crise, a ela cita o exemplo de uma empresa norte-americana, na qual três colaboradores do departamento são designados exclusivamente para circular pela companhia, conhecer as dificuldades dos funcionários e checar os índices de satisfação dos clientes.
Com uma iniciativa tão simples, toda a organização mudou a visão que possuía sobre o departamento de tecnologia, levantando o moral de seus profissionais e melhorando o dia a dia operacional das outras áreas, bem como a experiência dos consumidores com a companhia.
Fonte: www.computerworld.com.br
De acordo com o Gartner, os gestores precisam preocupar-se menos com tecnologia e mais em envolver as demais áreas nas iniciativas para gestão dos processos de negócio
Em um estudo sobre BPM (gestão dos processos de negócio), a consultoria Gartner listou um conjunto de sete fatores não ligados à tecnologia, mas que precisam estar no radar dos CIOs que quiserem obter sucesso nesse tipo de projeto.
De acordo com Bill Rosser, relator do estudo e vice-presidente do Gartner, a adequação a essas questões tende a se traduzir em uma melhor rentabilidade dos projetos e em um aumento do interesse das áreas de negócio em adotar o BPM.
A seguir, acompanhe os pontos que o especialista considera essenciais em um projeto para gestão dos processos de negócio:
1. Escopo limitado – Para resultados melhores, comece menor, aconselha Rosser. Na prática, ele acredita que em vez de um grande projeto de BPM, as empresas devem separá-lo em pequenas iniciativas, com escopo limitado e que possam ser implementadas em curto prazo – de dois a três meses.Além de ser mais fácil de implementar, o projeto menor permite uma análise mais apurada de resultados.
2. Alto valor – Os projetos para melhoria na performance dos negócios precisam ser priorizadas de acordo com as próprias necessidades de cada empresa. Isso porque, só uma pequena fração de todos os processos da organização são percebidos como algo fundamental para os resultados gerais da companhia.
3. Alinhamento claro de objetivos – Outro parâmetro a considerar para a seleção dos processos que precisam ser priorizados é o alinhamento com os objetivos ou estratégias das unidades de negócio ou divisões da organização. Isso porque, se o BPM trouxer uma contribuição direta para atingir um resultado estratégico, isso tende a fazer com que toda a empresa enxergue o projeto de forma positiva, afirma Rosser.
4. As métricas adequadas – Só com as ferramentas certas de análise as companhias podem ter a certeza de que o BPM trouxe os resultados esperados. As definições e as análises precisam ser divulgadas, entendidas e aceitas pelo resto da organização, destaca o Gartner. Além disso, a consultoria informa que os dados de performance precisam ser comparados com resultados anteriores, para facilitar a visualização das melhorias.
5. Envolvimento da organização – Todos os executivos envolvidos em um processo precisam trabalhar juntos para definir quais as melhorias esperadas de performance. Apesar disso parecer simples e óbvio, não é díficl encontrar projetos nos quais os envolvidos têm visões diferentes sobre os objetivos, relata o vice-presidente do Gartner.
6. Ter os interlocutores certos - Para que o projeto siga da forma adequada e consiga o apoio das diversas áreas da organização é necessário eleger um profissional com capacidade de entusiasmar as pessoas como o divulgador da iniciativa. De acordo com o Gartner, deve-se escolher para essa posição alguém que vá ser diretamente beneficiado pela iniciativa e consiga vender a ideia e encorajar tanto a equipe de TI quanto as áreas de negócio envolvidas no projeto de BPM.
7. Engajamento dos usuários - Por fim, a consultoria aponta que as pessoas que no dia-a-dia estão envolvidas com os processos que serão afetados pelo BPM contribuem de forma relevante para o sucesso, ou o fracasso, das iniciativas. Para tanto, elas devem ser informadas de quais as perspectivas de que isso melhore seu trabalho e se sintam parte do projeto.
Fonte: www.cio.uol.com.br
A recuperação da economia e a evolução das tecnologias são alguns dos cenários que aumentam a demanda por posições estratégicas nas organizações
A seguir, acompanhe dez cargos que devem ganhar força ao longo deste ano nos departamentos de TI como reflexo direto das demandas geradas por novas tecnologias.
1 – Especialista em segurança/"hacker ético" - Fatos preocupantes aparecem quase todos dias em empresas que são vítimas de hackers, experimentos de segurança ou brecha de dados. Isso não vai mudar em 2010 e a área de TI vai se interessar em adquirir novas habilidades de segurança, aumentando as contratações de profissionais que tenham conhecimento necessário para desenvolver ambientes de trabalho mais seguros.
2 – Gerente de sistemas virtuais - Assim como os fabricantes, os departamentos de TI terão de incorporar conhecimento em sistemas virtuais e, para isso, há uma tendência da abertura de vagas específicas para esses profissionais nas empresas já a partir de 2010.Entre as funções desses profissionais está o monitoramento das soluções em cloud computing (computação em nuvem), além de cuidarem de gerenciamento e de segurança desses ambientes.A virtualização não apenas tem impacto nos atuais planos de data centers, mas também nos futuros esforços de computação em nuvem. E quanto mais as empresas adotarem essas tecnologias, mais elas vão esperar que seus funcionários saibam trabalhar com as novas ferramentas.
3 – Gerente de capacidade - As empresas que não se preparam adequadamente para a demanda de TI podem perder dinheiro. Por conta disso, analistas da consultoria Forrester apontam que o cargo de gerente de capacidade vai ser cada vez mais valorizado pelas organizações que pretendem otimizar recursos.Quanto ao perfil desses profissionais, o Gartner avalia que as vagas devem ser preenchidas por pessoas que combinem a capacidade de planejar com gerenciamento financeiro, com o intuito de entender como os serviços e os recursos de TI são consumidos.
4- Engenheiro de rede - Os conhecimentos em rede voltarão à moda em 2010. De acordo com o Gartner, o interesse em infraestrutura e tecnologias de voz e dados aumentarão ao longo deste ano, o que exigirá profissionais qualificados. “O futuro do TI requer interações sociais e colaboração e é esse o motivo da importância das redes”, explica o vice-presidente de pesquisas da Gartner, Mark McDonald, acrescentando: “Mesmo quando a receita caiu em 2009, a demanda por volumes de transação e comunicação aumentou.”
5 – Especialista em código aberto - As empresas continuam a manter o orçamento de TI enxuto, mas esperam adicionar serviços para ajudar a retomar o crescimento. Isso estimulará um aumento dos projetos que envolvam softwares de código aberto. O que vai exigir profissionais habilitados a lidar com esse tema.
6 - Gerente de qualidade de serviços - Especialistas de TI com habilidades na identificação de problemas e melhora no desempenho dos ambientes - sistemas, armazenamento ou aplicativos - vão ser cobrados a ampliar seus conhecimentos, com o intuito de englobar todo o ciclo de vida dos serviços de TI.A premissa de garantias de serviços de TI não é completamente nova. A diferença, no entanto, está no fato de que os próprios departamentos de tecnologia se incumbirão dessa tarefa e não a deixarão mais apenas nas mãos dos fornecedores.
7 - Gerente de sistemas de registros eletrônicos para saúde - Indústrias verticais específicas devem adicionar cargos de TI em 2010. O setor de saúde, por exemplo, deve aumentar sua equipe de TI significantemente, graças aos planos de estímulos econômicos do governo.A companhia CompTIA prevê 70.000 novas posições de TI durante os próximos 12 meses na indústria de saúde. dos Estados Unidos.
8 - Especialista em sourcing- Software como serviço, computação em nuvem, serviços gerenciados, outsourcing e offshoring. Estas tendências exigirão que as empresas estejam mais preocupadas em escolher os fornecedores adequados, do que com a implementação e manutenção das soluções. Com isso, há uma tendência de que as áreas de TI tenham de reforçar conhecimentos em questões específicas, como gestão de licenças de software. Isso ajuda a decidir, por exemplo, quando vale à pena contratar o modelo de cloud computing.
9 - Gerente de catálogo de serviços - Os departamentos de TI são cada vez mais cobrados por atender às necessidades dos usuários. Por conta disso, há a expectativa de que o departamento incorpore a figura do gestão de catálogo de serviços.“O gestor do catálogo de serviço é responsável por produzir e manter o leque de ofertas. Isso inclui responsabilidades em três categorias: planejamento e implementação de um catálogo de serviços, gestão dos aspectos financeiros dessa oferta e desenvolvimento e manutenção das soluções”, afirma um relatório da consultoria da Forrester Research.
10 - Engenheiro de processos de negócios - A demanda por tecnólogos para o setor de negócios decidirá as contratações em 2010, conforme as companhias procuram incorporar processos para reduzir os gastos e trabalhar operações mais racionalizadas. Segundo o Gartner, as companhias vão procurar engenheiros de processos de negócios para retrabalhar projetos de TI.
Fonte: www.cio.uol.com.br
De acordo com relatório, por uma pressão das empresas, os CIOs deverão ter 40% de suas equipes provenientes de outras áreas da companhia ou sem experiência em tecnologia
Por conta de um envolvimento cada vez maior da TI com questões relacionadas ao negócio, o CIO precisará diversificar sua atual equipe. A constatação faz parte de um relatório divulgado pela consultoria Gartner e no qual são identificados quatro novos perfis de profissionais que devem ser incorporados à área de tecnologia da informação, mas que não têm conhecimentos técnicos.
O relatório do Gartner faz uma previsão de que, até o final de 2010, 40% das pessoas que se reportam à área de TI – seja de forma direta ou indireta – terão um foco bastante direcionado ao negócio ou não apresentarão um perfil tecnológico.
Focados em questões legais - Segundo o Gartner, 20% das duas mil maiores companhias do mundo devem incorporar a seus organogramas a função de gestor de suporte legal. O número fica bem acima dos 5% registrados em 2005.
As atribuições desse profissional contemplam a criação de políticas para a estruturar parcerias, a adequação operacional a normas regulatórias e a mediação das relações entre as áreas de TI e departamento jurídico. Em vez da contratação desses profissionais, as empresas podem optar pelo treinamento de executivos de segurança da informação em legislação.
Focados em arquivos digitais - Arquivistas digitais serão necessários para organizar e preservar arquivos digitais corporativos para fins legais e regulatórios. De acordo com as expectativas do Gartner, até 2012, 15% das empresas terão em seus quadros de pessoal funcionários responsáveis pelo arquivamento eletrônico de documentos. Em 2009, a presença desses profissionais não foi detectada em nem 1% das companhias.Quanto ao perfil de quem pode ocupar essa posição, estão pessoas com formação em biblioteconomia ou antigos funcionários já em fase de aposentadoria.
Focados em gestão das informações de negócio - Com base em pesquisa realizada pelo Gartner de junho a agosto de 2009, 20% dos gestores de negócios classificaram como “pobres” as informações que recebem dos departamentos de TI. Assim, os CIOs cada vez mais serão cobrados por, dentro de suas equipes, criar uma área específica para gestão de dados.Ainda de acordo com a consultoria, até 2013, 20% das organizações já devem ter criado essa função.
Focados na arquitetura de dados corporativos - Assim como acontece na TI, as áreas de negócios também precisarão de profissionais responsáveis por questões como taxonomia, modelos de documentos e templates de apresentação. No entanto, a principal atribuição desse colaborador será de desenvolver maneiras para a utilização dos dados – estruturados ou não – armazenados nos data centers da companhia. Em alguns casos, o arquiteto de informação pode ser a mesma pessoa que assumiu a gestão dos dados.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Nos últimos seis anos a indústria farmacêutica Bayer investiu mais de 60 bilhões de dólares em fusões e aquisições. Eu, como CEO da unidade de negócios de tecnologia da companhia, me orgulho ao afirmar que a TI foi uma das grandes responsáveis pelo sucesso dessas iniciativas – graças à filosofia corporativa voltada à integração entre os departamentos.
O primeiro passo para mostrar às demais áreas da empresa que a TI não contempla apenas questões técnicas de sistemas foi incluir a área nas reuniões de negócio. Na medida em que fazíamos sugestões relacionadas à geração de resultados para a organização, os demais participantes dos encontros tomavam consciência de que conhecíamos os processos empresarias, bem como os mecanismos de geração de receitas para a companhia.
Assim, com base na minha própria experiência, garanto que é possível a um CIO participar de negociações sobre fusões e aquisições com o intuito de opinar não só nas questões de integração dos sistemas, como também naquelas ligadas à estratégia das empresas envolvidas.
Mais do que isso, um gestor de TI pode liderar qualquer equipe com perfil totalmente voltado ao negócio. Porém, antes de atingir esse patamar, deve estar certo de que é reconhecido como líder corporativo e não apenas como dirigente de uma área de suporte à operação.
Embora a reputação dos executivos de tecnologia como gestores estratégicos de extrema eficiência tenha aumentado nos últimos anos, poucas são as corporações que enxergam seus CIOs como homens de negócio e possíveis sucessores aos CEOs. Para mudar esse cenário, cabe aos executivos de TI estarem cada vez mais próximos dos demais departamentos e do mercado no qual a organização atua.
Eu, por exemplo, busco sempre realizar as atribuições tecnológicas a partir do conhecimento profundo do meu cliente naquele momento. Quando tive de preparar mudanças no sistema de gestão da companhia, por exemplo, fiz questão de passar cerca de um ano conhecendo e conversando com todas as áreas da Bayer.
A ideia era que eu tivesse a exata noção dos processos e produtos de cada departamento. O resultado foi que, ao final do projeto, eu tinha expandido demais os conhecimentos sobre a indústria farmacêutica e estava mais preparado para os próximos desafios profissionais.
Por isso, defendo que cada vez mais os CIOs busquem maneiras de estarem envolvidos diretamente com as áreas de negócio. Nós, profissionais de TI, temos de cultivar a busca contínua por capacitação, para assim ganharmos reputação de executivos com alta capacidade de liderança e realização.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Consultoria divulga estudo apontando as grandes tendências para os departamentos de tecnologia, as quais serão baseadas em estruturas enxutas e novos modelos de negócio
Com base na compilação dos estudos realizados em 2009 e em previsões divulgadas para este ano, a consultoria Gartner desenhou as principais expectativa para as áreas de TI em médio prazo. De acordo os analistas, as estruturas enxutas - que foram adotadas por conta da crise - e as novas formas de fazer negócio devem influenciar os departamentos de tecnologia por muitos anos.
A seguir, o Gartner elenca as três grandes tendências para os departamentos de TI nos próximos quatro anos:
Projeção 1: Até 2012, 20% das empresas não terão mais ativos de TI internamente – virtualização, computação em nuvem e funcionários utilizando os próprios notebooks para realizar tarefas profissionais por meio da conexão remota à rede das empresas. A soma dessas soluções vai contribuir para a redução do hardware dentro das organizações.
A necessidade do hardware – seja em um data center ou na mesa dos colaboradores – não acabará, mas a redução de custos proporcionada pela terceirização permitirá alocar o orçamento de TI para questões mais estratégicas.
Projeção 2: Até 2014, grande parte dos casos de sucesso das áreas de TI incluirá informações sobre as emissões de carbono do projeto – hoje a virtualização de servidores e desktops já gera resultados importantes em termos de economia de energia, fazendo com que tal redução de custos seja um diferencial no momento de aprovação desses projetos junto ao board das companhias.
A incorporação imediata dos custos com a emissão de carbono (e, se necessário com a compra de créditos de carbono) oferece às organizações uma nova forma de mensurar despesas, bem como de se preparar para a determinação e análise do impacto ambiental. Dados que, segundo analistas, devem tornar-se obrigação dentro de alguns anos.
Até 2014, mais de 3 bilhões de pessoas estarão aptas a fazer transações financeiras por meio do celular – a adoção da telefonia móvel nas economias emergentes acontece de forma acelerada e, em cinco anos, é esperado que 90% da população mundial já tenha o celular e seja capaz de utilizá-lo para realizar compras online, bem como para movimentar contas bancárias. Essa realidade desperta nas organizações a necessidade de adaptar-se ao novo modelo de negociar e relacionar-se com os clientes.
Dessa forma, ainda em 2010, é necessário que os gestores de TI iniciem projetos de longo prazo, visando a elaboração da estratégias de atuação para quando essa previsão se tornar uma realidade.
Fonte: http://www.itweb.com.br/voce_informa/interna.asp?cod=9765
Nos 20 anos que a LAN, consultoria estratégica em soluções em TI, completa este mês, a empresa, que tem matriz no Rio de Janeiro e filiais em São Paulo, Belo Horizonte e Vitória/ES, vem se destacando com o diferencial da gestão por resultado. Hoje, o principal foco de trabalho da Consultoria junto a seus clientes é oferecido através dos painéis de desempenho para o monitoramento e a análise da governança, com a solução GoMAPS.
Essa ferramenta, segundo a LAN, acompanha a evolução das empresas por meio de mapas e indicadores, que dão embasamento às ações corporativas para a melhoria continua dos seus processos. De acordo com o CEO da LAN, Arnaldo Goldemberg, o GoMAPS é uma solução essencial em qualquer empresa que trabalhe para obter as melhores expectativas de resultados.
Ao longo das últimas duas décadas, a empresa ampliou o quadro de funcionários em 1.246%, passando de 5 para 623 colaboradores. Os clientes saltaram de 3 para 139. Já o número de estações atendidas pela solução Always Seeking Knowlegde (ASK), ferramenta da LAN de controle e gerência de processos, na área de Service Desk, ultrapassou os 792.000 pontos.
Identificada com as melhores práticas e conceitos de mercado, a gestão por resultados desenvolvida pela Consultoria oferece às empresas três soluções, desde a mais operacional a mais estratégica. As soluções são compostas por um portfolio de produtos e serviços de TI que compreendem ao Service Desk / Outsourcing (Serviço de Apoio ao Negócio), o MIPS – Monitoring Infrastructure & Project Security (Monitoração das Redes Corporativas e Segurança de Projetos) e a Automação e Interação de Processos e Consultoria Estratégica (AIP).
O Service Desk da LAN (SAN – Serviço de Apoio ao Negócio) tem como objetivo principal prover um único e estratégico ponto de contato para os usuários, atuando amparado pelas melhores práticas do Information Technology Infrastructure Library (ITIL) e alinhadas ao Control Objectives for Information and related Technology (COBIT).
Para a Consultoria, a solução em Service Desk vai além da sua capacitação para suportar o produto ou serviço. “Mais do que isso trata-se de ter uma equipe apta e que conheça o negócio do cliente”, disse o CEO Arnaldo Goldemberg. Toda solicitação é registrada na ferramenta (ASK).
Quanto à monitoração das redes corporativas e segurança dos projetos (MIPS), Goldemberg destacou a importância da solução para o bom funcionamento das empresas. Para atender tal expectativa, a Consultoria oferece as ferramentas NOC Standalone e NOC 24x7. A primeira consiste na instalação de um servidor (hardware coletor) no datacenter do cliente, contendo software de monitoração de ativos de rede (servidores, switches, roteadores, impressoras, entre outros). A segunda solução disponibiliza uma equipe que monitora de forma on line todos os alarmes emitidos pelo software de monitoramento e toma as ações pré-determinadas e acordadas com o cliente.
Com elas as empresas passam a contar com a monitoração da infra-estrutura, status dos servidores, performance dos serviços, detecção pró-ativa de problemas, alertas por e-mail e SMS, alarmes sonoros e o planejamento da capacidade.
A automação e integração de processos (AIP) têm como objetivo customizar e racionalizar processos de negócios de forma rápida e fácil, integrando entre si diversas aplicações, plataformas e bancos de dados. O resultado, segundo a Consultoria, é uma verdadeira infra-estrutura para integração de aplicações de negócios (EAI), arquitetura orientada a serviços (SOA) e gerenciamento de processos de negócios (BPM).
A LAN informou que após o processo ser publicado, usuários ou os sistemas com autorização passam a interagir através de tarefas enviadas e controladas automaticamente pela aplicação com base no fluxograma modelado. Cada usuário possui uma caixa de tarefas pendentes que pode ser acessada na sua intranet, no seu programa de e-mails ou na própria ferramenta. Paralelamente, os gestores podem realizar o tracking dos processos assim como gerar relatórios de análise de desempenho e indicadores.
Fonte: http://www.tiinside.com.br
Segundo pesquisa da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), o setor de TI encerrou 2009 com crescimento de 9,3% e uma receita anual aproximada de R$ 52,8 bilhões. Para 2010, a entidade estima um movimento de R$ 57,7 bilhões e uma repetição do nível de crescimento, acima de 9%.
"O momento pelo qual passa a indústria brasileira de software e serviços de TI (IBSS) é realmente muito promissor. No mercado interno, não registramos queda de receita e mantemos a taxa de crescimento anual”, afirma Arnaldo Bacha, vice-presidente executivo da Softex.
No mercado externo, segundo ele, o País começa a consolidar uma imagem de provedor global de software e serviços de TI, e o aumento das exportações refletem isso. Nossas projeções para 2010 indicam um volume de negócios em torno de U$ 4 bilhões no exterior.
O mercado nacional de serviços de TI também vive um período positivo e deve manter o ritmo em 2010. Segundo dados da IDC Brasil, a expectativa de crescimento para este ano é de 5,1% em comparação a 2008, movimentando aproximadamente R$ 19,4 bilhões. Para 2010, a consultoria aponta ainda que a manutenção da demanda por outsourcing de TI, além de softwares de gestão empresarial (ERP), business intelligence (BI), integração de sistemas e bases de dados, são alguns dos serviços que mais devem receber investimentos.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Os dados do estudo 'The State of the CIO 2010' mostram também que, neste ano, aumentou o número de gestores com perfil operacional
Alinhar TI e negócios continua a ser a principal preocupação dos CIOs. Contudo, o estudo The State of the CIO 2010 – levantamento realizado com 594 líderes da área de tecnologia da informação de médias e grandes empresas de todo o mundo – mostra que, nos últimos dois anos, caiu de 82% para 64% o volume de gestores que apontaram essa como sua principal atividade.
Para o vice-presidente da área de TI e comunicação da agência de viagens BCD Travel, Hilton Sturisky, uma das justificativas para que os profissionais se sintam menos pressionados a alinhar tecnologia e negócios está no fato de que, nos últimos anos, eles passaram a não olhar apenas para dentro da organização e começaram a se preocupar também com os clientes.
A percepção de Sturisky se confirma no The State of the CIO. O estudo deste ano mostra que dos 62% de executivos que tiveram de postergar ou cancelar projetos de TI, a maioria cita que a ação foi motivada pelo fato de que a iniciativa não traria resultados em termos de aumento de vendas e receita para a organização.
A crise financeira também teve efeitos diretos na postura dos gestores de tecnologia, os quais tiveram de se envolver mais com atividades operacionais do que antes. Enquanto que, no estudo de 2009, 52% dos CIOs usavam a maior parte do tempo para atividades relacionadas à transformação, neste ano, essa porcentagem caiu para 45%. Por outro lado, cresceu de quase 30% para 34% o volume de executivos que passaram a dedicar a maior parte do dia a iniciativas consideradas operacionais.
Fonte: www.itweb.com.br/voce_informa/interna.asp?cod=9685
Especializada na oferta de soluções integradas de consultoria e gestão por desempenho, a LAN, empresa de mercado de Tecnologia da Informação, comemora 20 anos de fundação em 2010. Ao longo dessas duas décadas, iniciada em 9 de janeiro, a Consultoria, construiu um relacionamento que vem maximizando os ajustes nos processos de negócios junto aos seus 160 clientes, através de soluções em tecnologia da informação. Hoje, a LAN conta com 4 filiais, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Vitória, além de estar presente em outras 27 regiões do país.
Até 2015, a Consultoria pretende ser reconhecida como a melhor empresa brasileira de serviços integrados de consultoria e gestão operacional em TI, superando padrões consagrados de excelência em pesquisa, desenvolvimento, implantação de projetos e operação dos negócios dos seus clientes.
Para tanto, de acordo com Arnaldo Goldemberg, fundador e CEO da empresa, ?diante da globalização do mercado e da modernização dos recursos tecnológicos, a LAN tem se destacado no alinhamento de estratégias de negócio, atuando junto às áreas e equipes operacionais, com a identificação do ponto exato de equilíbrio no relacionamento entre os seus colaboradores, parceiros, clientes e fornecedores. O resultado tem sido a transformação e evolução de todos os envolvidos no processo?, afirmou.
Já no segundo ano de sua fundação, em 1991 a Lan foi responsável pelo projeto de implantação e integração de redes Fiat no Brasil, destacando-se nos anos seguintes como uma das melhores em suporte e redes do país.
Entre 1998 e 2002, a Consultoria desenvolveu programa próprio de controle de projetos e processos voltado principalmente às grandes implementações em empresas do setor de Telecomunicações no Brasil.
Em 2004, a LAN já contava com as 4 filiais no país e tinha entre seus quadros profissionais com as melhores certificações da área, atuando em equipe focada em gestão e atividade de controle de processos.
Em 2005, pela segunda vez ? a primeira foi em 2003, pelo Instituto Empreendedor Endeavor - A Lan e seu fundador, Arnaldo Goldemberg, foram escolhidos pelo painel nacional, agora pela Ernest Young, como empreendedor do ano na categoria Inovação e Tecnologia aplicada à Gestão de Pessoas e Processos.
Com a especialização da Consultoria em 2006, na aplicação de tecnologia da informação em apoio à gestão de negócios, a empresa adota a denominação LAN: TI Aplicada a Negócios. A partir desse ano passa a oferecer soluções integradas e sincronizadas de Service Desk, IT Project Management e IT GoMAPS em suporte as decisões gerenciais e estratégicas da empresa.
Fonte: www.tiinside.com.br
A CA anunciou os resultados de um estudo patrocinado pela empresa e conduzido pela Forrester Consulting, que avaliou as atuais estratégias das organizações de TI para aumentar a eficiência e a produtividade da força de trabalho, e o papel desempenhado pela gestão, pelos serviços e pelo suporte de TI na busca por esses objetivos. O estudo confirmou que os fatores fundamentais para a gestão de TI giram em torno da qualidade do serviço e do controle de custos.
A consultoria entrevistou 174 tomadores de decisões de TI envolvidos com as áreas de operações, suporte e infraestrutura. Dois terços destes, nos Estados Unidos; e o restante, no Reino Unido. Dos executivos entrevistados, 75% vêem as soluções de software de gerenciamento de TI como importantes ou muito importantes para atingir seus objetivos de eficiência em TI.
Enquanto as soluções de software de gerenciamento de TI podem gerar muitos benefícios para as atuais organizações, suas vantagens podem ser anuladas por uma implementação mal conduzida ou por um baixo desempenho. Depois da funcionalidade e da capacidade de integração, o critério mais importante para a seleção ou a renovação de contratos de serviços de software de gerenciamento de TI é a qualidade do suporte oferecido pelo fornecedor do software.
O estudo ainda revela que a maior parte dos executivos de TI que foram entrevistados (56%), acredita que o fornecedor da solução de gerenciamento de TI é também o mais indicado para prover suporte de qualidade, ao invés da opção por serviços terceirizados de consultoria. A maioria também acredita que uma organização de suporte com atuação global é um benefício adicional.
As características e opções apontadas pelos entrevistados como importantes ou muito importantes na definição da qualidade do suporte são: a velocidade de resposta (84%), a disponibilidade de expertise específica sobre o produto e um único ponto de contato (62%), a disponibilidade de suporte proativo, tanto para o planejamento de atualizações como para checagens de saúde da solução (54 e 51%, respectivamente), e a disponibilidade de serviços de suporte on-site (54%).
Fonte: www.cio.uol.com.br
No estudo do Gartner, 43% dos presidentes afirmaram que planejam aumentar os orçamentos da área de tecnologia para 2010, enquanto 45% pretendem manter os investimentos nos mesmos patamares deste ano
De acordo com um recente estudo realizado pela consultoria Gartner, 62% dos CEOs reconhecem que a TI será um elemento fundamental para o sucesso das empresas no pós-crise. Ainda de acordo com o levantamento, apenas 13% dos profissionais em posição de presidência discordam de que a tecnologia funcionará como um fator essencial para o sucesso das organizações.
Ainda segundo o estudo, que ouviu 190 líderes de grandes empresas ? com faturamento acima de 1 bilhão de dólares ? localizadas nos Estados Unidos e no Reino Unido, 42% dos executivos estão mais focados em iniciativas voltadas a aumentar receitas do que a reduzir custos.
Além disso, o levantamento indica que os gestores de TI tendem a ser beneficiados por uma disposição maior de investimentos. Nesse sentido, 43% dos executivos consultados planejam aumentar o orçamento da área de tecnologia em 2010, enquanto outros 45% pretendem manter os mesmos valores deste ano e apenas 13% devem reduzir o budget.
No relatório sobre o estudo, o Gartner aconselha que os CIOs estejam preparados a essas novas demandas de negócio e, principalmente, aproveitem a visão positiva que os CEOs têm da TI para rever a lista de projetos prioritários para 2010.
Quando questionados sobre as prioridades corporativas para o próximo ano, a maioria (85%) dos CEOs cita as iniciativas para reter e aumentar a base de clientes. Por outro lado, as ações para reduzir custos ? que eram a principal demanda em 2009 ? caíram para o quinto lugar em termos de necessidade.Essa mudança de prioridades vai exigir que os CIOs invistam em projetos e serviços mais voltados a gerar valor aos clientes. Além disso, os gestores de TI serão desafiados a rever as competências de suas equipes.
Já quanto às prioridades de investimentos em geral das organizações para 2010, reter e aumentar a base de usuários representa a principal estratégia para 85% das empresas
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A sócia-diretora da Deloitte afirma que, por conta de uma postura adaptada às instabilidades, os gestores de TI influenciaram a adoção de práticas para gerenciar os riscos operacionais das empresas
De 1989 a 1994 o País adotou quatro moedas diferentes até chegar ao Real. Mais do que isso, durante o período, as empresas com operação local tiveram de se adaptar a diversos períodos de turbulências econômicas.
Se no passado esse cenário criava problemas para quem gerenciava uma empresa ou um departamento, por outro lado, contribuiu para construir uma 'cultura de instabilidade' nas organizações e nos executivos, que foi fundamental para superar a recente crise financeira internacional, de acordo com a sócia-diretora da consultoria Deloitte, Marcia Ogawa Matsubayashi.
No caso da TI, esse comportamento adaptado à instabilidade levou os CIOs a implementarem sistemas flexíveis e sofisticados. ?O líder de tecnologia foi responsável por melhorar as dinâmicas de gerenciamento de áreas como finanças, contabilidade, cadeia de suprimentos, entre outras?, afirma a especialista, que complementa: ?Ademais, esses executivos influenciaram positivamente a cultura corporativa no que diz respeito à adoção de práticas para gerir os riscos operacionais das empresas."
Na mesma linha, a vice-presidente do programa executivo da consultoria Gartner para América Latina, Ione Coco, aponta que a crise serviu para reforçar os diferenciais dos CIOs locais. ?As empresas globais estão de olho na habilidade que os brasileiros têm para lidar com problemas?, afirma Ione. Opinião compartilhada pelo sócio responsável pela prática de TI na consultoria da PriceWaterhouseCoopers no Brasil e na América do Sul, Ricardo Neves.
Para Neves, a postura profissional dos gestores de tecnologia e a preocupação em contribuir com os resultados do negócio elevaram a credibilidade desses profissionais a um patamar internacional, até então restrito a uma elite de executivos majoritariamente norte-americanos ou europeus. "E ao demonstrar que conseguiram gerenciar um ambiente complexo como o brasileiro, os CIOs mostram-se aptos a assumir qualquer desafio global?, acrescenta Marcia.
A vice-presidente do Gartner afirma, no entanto, que se o pós-crise tende a representar uma oportunidade para os CIOs brasileiros atuarem fora do Brasil, por outro lado, pode significar uma ameaça a esses profissionais dentro do País. Ela aponta que, por conta da recessão, muitas empresas tiveram de enxugar as operações na Europa e na América do Norte. "Com isso, sobram executivos extremamente qualificados e que podem ser enviados para o País", analisa Ione. Ainda de acordo com ela, são poucos os casos em que isso já aconteceu, mas essa tendência não pode ser descartada.
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Levantamento aponta que os três fatores que mais estimulam os profissionais são concordar com os valores da organização, saber que os clientes valorizam a empresa e ser ouvido pelos superiores
Passada a crise econômica - ou o pior dela -, chegou a hora dos gestores das organizações se concentrarem na retomada dos negócios. Outra grande preocupação dos executivos gira em torno da questão de manter a produtividade das equipes, uma vez que há uma expectativa de que as decisões tomadas na crise tenham afetado o comprometimento das pessoas e, por consequência, vão atrapalhar o desempenho dos profissionais no próximo ano.
O melhor caminho para manter a produtividade das equipes em alta, de acordo com um estudo global da consultoria especializada em gestão de carreira Right Management, está em garantir a motivação dos profissionais. Após consultar cerca de 30 mil pessoas de 15 países, sendo 100 delas brasileiras, o levantamento detectou que pessoas motivadas são 50% mais produtivas.
Ainda de acordo com o estudo, o principal fator que leva à motivação dos profissionais é estar de acordo com os principais valores da empresa. Os outros dois fatores que influenciam as pessoas de forma positiva são: saber que os clientes valorizam os produtos e serviços da companhia e ter as opiniões levadas em consideração pelos chefes diretos.
Também na lista de fatores que deixam os profissionais motivados aparece a questão de entender exatamente o que a empresa espera do trabalho dos profissionais e compreender como pode contribuir para atender às demandas dos clientes. A questão da remuneração, por sua vez, aparece em sexto lugar no ranking de comportamentos que influenciam a motivação daos profissionais.
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Com retomada da economia, headhunters e empresas apontam quais as principais oportunidades oferecidas. Analistas em SAP e BI devem liderar o volume de posições no próximo ano.
Com a retomada dos projetos após o momento de turbulência, a guerra por talentos na área de TI promete esquentar novamente em 2010. De acordo com Fernando Mantovani, diretor da empresa de recrutamento de executivos Robert Half, oportunidades é que não vão faltar para profissionais bem preparados, certificações e inglês.
Perfil que há muito tempo vem sendo exigido pela indústria e pouco se encontra. ?Há um ?gap? de formação grande e, a cada ano que passa, as organizações buscam profissionais mais completos?, diz. Se o cenário continuar como está, corre-se o risco de um apagão de talentos nos próximos dois anos, alerta o executivo.
A maior parte das vagas estará ligada a projetos de ERP, segundo afirma Mantovani. No entanto, destaca para uma mudança na forma como as empresas pretendem investir seus orçamentos na compra de versões novas ou substituição dos sistemas de gestão. ?Algumas trocaram os projetos de longo prazo para vários de curto prazo.
Para Maurício Lubachescki, gerente de educação da SAP Brasil, a expectativa da fabricante é que haja níveis de crescimento similares aos que aconteceram há dez anos, quando houve uma explosão dos projetos de ERP por conta do bug do milênio. Na sua opinião, esse clima de otimismo deve-se ao fato do mercado viver uma forte demanda reprimida. ?Assistiremos a um novo e surpreendente ?boom? no mercado?, destaca.
Cesar Castelli, presidente da Tata Consultance Service (TCS), braço de tecnologia do grupo indiano Tata, afirma que até o final do ano fiscal, que termina em março de 2010, a empresa pretende incorporar ao seu quadro de funcionários mais 100 pessoas, além das 100 já contratadas no começo de 2009 para dar suporte à demanda. ?As contratações serão mais focadas em profissionais de nível técnico, de preferência com experiência em delivery?, diz. ?Continuamos buscando candidatos que dominem o inglês e alguma linguagem ou programas específicos como Java, SAP ou Oracle?.
Na provedora de soluções de tecnologia Smart Solutions, as grandes oportunidades em 2010 serão para especialistas em Business Intelligence (BI). Hoje, um dos maiores problemas da empresa é encontrar profissionais disponíveis no mercado; uma raridade. A companhia conta com 14 vagas em aberto e também busca profissionais que atuem com BPM (gerenciamento de processos de negócios.
Gerentes de projetos, analistas de sistemas, profissionais ligados à internet e segurança da informação também estarão em alta no próximo ano, ressalta Daniel Schwebel, gerente da área de tecnologia da informação da consultoria Page Personnel, que atua em cargos de suporte à gerência.
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Levantamento aponta que os profissionais atribuem as barreiras a falhas na condução do departamento, à proliferação de tecnologias no mercado e à criação de dinâmicas burocráticas de aprovação de projetos
Ninguém disse que gerenciar os sistemas corporativos de TI é uma tarefa fácil. No entanto, com base nos últimos dez anos, quando muitas tecnologias surgiram, seria razoável afirmar que a gestão tecnológica das empresas tenderia a tornar-se menos árdua e complexa. Aí que as pessoas se enganam.
Conforme 2010 se aproxima e o mercado de tecnologia contabiliza milhares de lançamentos durante a década que passou, a verdade aparece: o gerenciamento dos ambientes de TI está infinitamente mais complicado do que há alguns anos, quando os CIOs estavam preocupados com o bug do milênio.
Os resultados de uma pesquisa realizada com 353 decisores de TI pela Technology Services Industry Association - entidade norte-americana que reúne os fornecedores de serviços - confirma essa perspectiva.
Dois terços dos profissionais ouvidos para o estudo afirmam que, na medida em que o ambiente corporativo de TI está mais complexo do que há cinco anos, é mais difícil implementar projetos de software de forma ágil e eficiente. Eles atribuem esse cenário à proliferação de tecnologias no mercado e à criação de dinâmicas burocráticas de aprovação de projetos nas empresas.
Cerca de 53% dos participantes também assumiram que menos da metade dos usuários que deveria acessar o software consegue fazer isso de forma adequada. Isso faz com que as empresas não consigam atingir todos os benefícios como redução de custos, aumento de receita, diferenciação competitiva, entre outros, que são os principais motivos pelos quais os investimentos em software acontecem.
Quase 60% dos compradores de software que responderam à pesquisa disseram que o CEO ainda responsabiliza o departamento de tecnologia por toda falha relacionada aos sistemas ou dados corporativos. Isso porque a maioria das companhias quer poder contar com um fluxo de dados sempre disponível e ágil sem investir o necesário. Gerenciar informações é uma tarefa extremamente complexa e que implica no investimento em software.
Entretanto, os membros do C-level não entendem que, por mais complexa que seja, a TI é um elemento estratégico das empresas atualmente e, para gerar resultados positivos, necessita de um orçamento à altura de suas responsabilidades. Ainda mais se levado em conta previsão da consultoria Gartner que indica que o volume de dados corporativos deve aumentar 650% nos próximos cinco anos.
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Segundo consultor, os CIOs passam apenas 15% do tempo dedicado a planejar relacionando as iniciativas previstas pela TI com as estratégias de negócio da organização
O final do ano representa uma etapa fundamental no ciclo de planejamento para 2010. Trata-se do momento para rever se os processos e iniciativas previstos pela área de TI são tão eficazes quanto poderiam ser dentro dos planos da organização para o próximo ano.
?As empresas estão evoluindo no desafio de preencher as lacunas entre a TI e os negócios?, diz o sócio e CTO da consultoria norte-americana Diamond Management & Technology Consultants, Chris Curran. ?Mas para ter sucesso em 2010, os CIOs precisarão manter uma postura transformadora dentro das companhias?, acrescenta o especialista. Ainda segundo ele, o que mais vai contribuir com os gestores nessa tarefa é ter um planejamento assertivo e menos intuitivo.
De acordo com Curran, hoje os CIOs passam só 15% do tempo dedicado ao planejamento relacionando as iniciativas previstas com a estratégia da companhia, enquanto gastam mais de 50% das horas buscando ideias e preparando justificativas. Além disso, o especialista afirma que um estudo com 451 CIO detectou que as empresas que apresentam plano de ações para mais de dois anos apresentam um melhor desempenho de TI. No entanto, apenas 37% dos executivos consultados afirmaram que suas empresas praticam planejamentos para períodos maiores do que um ano.
Entre os exemplos de sucesso na elaboração do planejamento anual de TI, Curran dá o exemplo de uma empresa do setor financeiro e que inicia a elaboração dessas metas na metade do ano anterior. Os gerentes da área de tecnologia da informação percorrem as unidades de negócios captando quais são os projetos que elas devem colocar em prática no próximo ano. Colhidas essas informações, todo o departamento se debruça nos planos e tenta adequá-los ao orçamento previsto.
Os objetivos estratégicos mais importantes devem ser traduzidos nos recursos necessários para alcança-los ? tanto em dinheiro quanto em pessoas. ?Por isso as empresas precisam de modelos de negócios alinhados, por meio dos quais seja possível identificar os requisitos específicos de cada área para chegar à meta corporativa?, afirma ele.
Curran exemplifica sua teoria citando o caso da rede de supermercados Wal-Mart, a qual tem como estratégia primordial nunca deixar que um cliente saia de suas lojas sem encontrar os produtos procurados. ?Isso se traduz na necessidade de ter um estoque inteligente e uma cadeia logística que consiga realizar os serviços com destreza?, informa Curran, ao explicar que para atingir tais objetivos a rede varejista precisa de recursos especiais e que demandam investimentos em TI.
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Mesmo nesse contexto, pesquisa da consultoria Robert Half afirma que apenas 20% das empresas brasileiras estão presentes nas comunidades virtuais
Uma pesquisa realizada pela consultoria em recrutamento de executivos Robert Half traz um número surpreendente: cerca de 90% dos profissionais brasileiros que hoje estão em cargos de alta e média gerência participam ativamente das redes sociais. Esses profissionais utilizam os ambientes como ferramenta de trabalho e de contato com amigos e conhecidos.
Os números, por outro lado, contradizem o fato de que apenas 20% das empresas consultados no estudo estarem presentes em plataformas digitais de relacionamento.
Para chegar a essa conclusão, a Robert Half consultou 375 executivos de todo o Brasil, sendo 50 deles atuantes na área de TI. Aproximadamente 46% dos respondentes afirmaram que acessam sites como Twitter, LinkedIn, Orkut e Facebook apenas com fins pessoais, enquanto 44% deles informaram que essas comunidades são utilizadas para com finalidade profissional.
O estudo ainda aponta que a rede mais usada pelos executivos é o LinkedIn, favorita de 36% dos entrevistados. Entre os profissionais com 23 a 31 anos, a plataforma de relacionamento mais usada é o Orkut, com 33% das preferências. Além disso, quando perguntados se usariam as redes sociais para procurar recolocação profissional, 80% dos gestores consultados disseram que sim.
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De acordo com especialista, no médio e longo prazos, os gestores de TI que mostraram flexibilidade e visão estratégica nos três últimos semestres devem receber propostas para ocupar posições internacionais
O fim da crise econômica global, bem como o papel de destaque que o País assumiu no período perante as nações mais ricas, elevou a credibilidade dos gestores brasileiros de TI a um patamar internacional, até então restrito a uma elite de executivos majoritariamente norte-americanos ou europeus.
O sócio responsável pela consultoria de TI da PriceWaterhouseCoopers do Brasil e América do Sul, Ricardo Neves, acredita que grande parte dos CIOs locais compreendeu e cumpriu a missão de gerenciar a tecnologia para gerar melhores resultados ao negócio.
?Principalmente na vertical de varejo, as empresas brasileiras conseguiram reagir com extrema agilidade à crise?, afirma Neves, que complementa: ?Por isso, saem do período de instabilidade fortalecidas e os líderes de TI ficam valorizados.?
Essa Valorização citada pelo especialista deve ser traduzida em maios visibilidade e poder de decisão na companhia na qual atuam. Mas em médio e longo prazos pode render boas propostas para ocupar posições no mercado internacional.
Neves ainda reforça que, além de uma alavanca para a carreira de alguns, a crise deflagrada no segundo semestre de 2008 também representou um ?freio de arrumação? para os departamentos de tecnologia. ?Todos os problemas e custos onerosos que passavam despercebidos começaram a aparecer e os gestores que não atingiram os resultados esperados foram substituídos?, informa Neves.
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Em um cenário em que todos querem ganhar, a definição dos padrões de cobrança desponta como uma barreira para o relacionamento entre clientes e fornecedores
Por mais acostumados que estejam a lidar com questões técnicas e de negócios, muitos gestores de tecnologia ainda têm dúvidas quanto aos modelos de precificação dos serviços de TI. Justiça seja feita, não é possível culpá-los por isso, afinal são diversos os padrões de tarifação aplicados no mercado.
Poucos são os CIOs que entendem exatamente o modelo de negócios por trás dos padrões de precificação. A verdade é que os fornecedores de TI têm como objetivo primordial suprir os recursos (equipamentos, serviços e pessoas) necessários para as empresas e cobrar por isso. Normalmente , esse cálculo é feito a partir do aumento da produtividade esperado para o cliente e dos investimentos necessários.
Resumidamente, a diferença entre um modelo de precificação e outro está na capacidade do fornecedor melhorar a produtividade do cliente e na qualidade do serviço prestado. Esta último, é medida a partir da integração com os sistemas legados e das ferramentas e tecnologias adotadas, entre outros fatores.
Cada fornecedor, por sua vez, vai escolher o modelo de cobrança que lhe traga mais lucros, bem como os clientes buscarão os padrões que gerem menos custos e mais segurança. É aí que começa a briga.
O contraste, no entanto, está no fato de as empresas contratantes possuírem áreas de TI muito mais maduras do que os fornecedores imaginam. Dessa forma, os clientes entendem quando um parceiro terceirizado está agindo de má fé ? seja na oferta de serviços ou no modelo de tarifação ? e optam por contratar aqueles que apresentam projetos factíveis e padrões transparentes de cobrança.
Na maioria dos casos, as companhias tendem a buscar mais segurança financeira escolhendo contratos de custos fixos ou aqueles nos quais os preços dos serviços extras são determinados em conjunto com o fornecedor.
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De acordo com especialista em produtividade, os profissionais não podem ficar de fora dos sites de relacionamento, mas devem aprender a conciliar sua rotina diária a essas ferramentas
O CIO da operadora norte-americana de planos de saúde American Medical Association (AMA), Jack MacKay, admite que estava reticente com as redes sociais. No entanto, ao ver tantas pessoas e veículos de comunicação discutindo sobre os sites de relacionamento, o executivo resolveu cadastrar-se no Facebook, LinkedIn e Twitter, ao menos para saber do que se tratavam as ferramentas.
O resultado da investida, segundo ele, foi ter mais dificuldade ainda para lidar com as redes sociais. ?Veja o exemplo do Twitter, nós não temos produtos para ficar anunciando por meio dessa ferramenta?, diz MacKay, que complementa: ?E, como atuamos na área de saúde, se quisermos saber o que falam de nós, é só abrir os jornais diariamente.?
Além disso, o executivo destaca a falta de tempo para gerenciar atualizações dos seus perfis. ?Não consigo olhar os sites em que estou cadastrado todos os dias e sei que esse é um pré-requisito das redes sociais?, afirma ele, ao explicar que sabe da importância dessas novas mídias para os negócios e garante que tentará melhorar a forma de gerenciá-las.
Por outro lado, há gestores como o CIO da fabricante de materiais de construção Martin Marietta Materials, Chuck Musciano, que viraram verdadeiros escravos das redes sociais. Musciano acessa o Twitter diversas vezes por dia ? tanto seu perfil pessoal quanto o profissional ?, mantém um blog e conecta-se com amigos e colegas de profissão por meio do Facebook e LinkedIn.
A popularidade das redes sociais aumentou no meio corporativo. E enquanto alguns executivos incorporam amplamente essas ferramentas ao dia a dia, outros ficam hesitantes com as novidades. Mas qualquer profissional que adere às novas mídias, com mais ou menos intensidade, precisa ter em mente a necessidade de gerenciar o próprio tempo para equilibrar a produtividade no trabalho com a atualização das informações online.
O especialista em produtividade Matthew Cornell entende o motivo por que tantos executivos estão assustados com a popularização de ferramentas como Twitter, Facebook e LinkedIn. ?Quando esse gestor cria uma conta, está assumindo um compromisso consigo mesmo de manter-se ligado àquela fonte de informação?, analisa ele, que complementa: ?E essa obrigação gera mais pressão ainda.?
Cornell declara que sentir-se ?fora? dessa onda das mídias sociais pode ser igualmente problemático e, por isso, aconselha que os líderes organizacionais limitem formalmente o tempo que passarão atualizando suas contas nessas redes. ?E, quando digo limitar, quero dar a entender que os executivos devem reservar uma parcela do dia para tal tarefa, assim como fazem com reuniões, telefonemas e outros compromissos?, afirma o especialista.
Para aqueles que estão esforçando-se para entender o valor da Web 2.0, Cornell recomenda que tratem a iniciativa exatamente como um experimento mesmo. ?Identifique métricas para saber se a participação está dando resultados ou não e para saber se tanto esforço para gerenciar tempo tem valor.?
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O Twitter está se tornando uma ferramenta extremamente valiosa para ajudar as empresas a dar visibilidade às suas marcas e a se concentrar de forma mais direta em grupos específicos de consumidores. Pesquisa do Instituto Digital (iDig), com 50 grandes empresas nacionais, revela que o uso da rede social de microblogs pode chegar a dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre uma empresa no serviço.
A consultoria constatou que 42% dessas empresas têm perfis no Twitter e postam mensagens ao menos cinco vezes por dia. Embora empresas que ainda não têm perfil publicado também sejam citadas, 74% das 91.145 mensagens analisadas entre 20 de setembro e 24 de outubro deste ano falavam daquelas que possuem perfil no microblog. Essas marcas têm, em média, 3 mil seguidores.
O estudo confirmou também que os responsáveis pelo aumento no número de citações são os consumidores, que enviaram 2,6 mil mensagens diárias sobre as empresas pesquisadas, retransmitindo 11% dos posts recebidos.
Os setores mais citados pelos usuários do Twitter no período foram telefonia, bebidas, automotivo e financeiro, sendo que 57% das mensagens citavam as primeiras dez empresas no ranking de popularidade.
Entre as marcas mais comentadas estão Coca-Cola, TIM, Telefônica, General Motors e Natura.
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Os CIOs precisam equilibrar conhecimento técnico e de negócios, com uma boa capacidade de comunicação, gestão de pessoas e um perfil inovador
Assim como os super-heróis das histórias em quadrinho, o CIO precisa ter várias identidades. No momento em que ele está sentado em frente ao board, deve assumir uma postura e um discurso totalmente orientados aos negócios. Já quando encontra-se na mesa de negociação com fornecedores ou conversa sobre o escopo de um determinado projeto com sua equipe, tem de resgatar a bagagem de conhecimentos técnicos.
Essa multiplicidade de visões também se aplica às competências exigidas dos CIOs. Isso porque, além da identidade técnica e de negócios, os profissionais são cobrados por sua capacidade de atender às demandas das diversas áreas da companhia e por gerenciar a equipe de TI e os fornecedores. Além disso, eles precisam encontrar tempo para idealizar produtos e serviços inovadores.
Equilibrar essas diferentes tarefas representa um fator crucial para o sucesso dos gestores de TI. Prova disso é que muitos CIOs foram demitidos ou deixaram a companhia no período de crise por conta da dificuldade em se adequar às novas expectativas das organizações, de acordo com a vice-presidente da consultoria Gartner para América Latina, Ione Coco.
A seguir, seguem as competências essenciais para os CIOs, na visão de especialistas e de profissionais que atuam no setor:
Conhecimento do negócio ? Por mais interessantes que as tecnologias pareçam para a equipe de TI, os argumentos técnicos não podem ser utilizados para justificar um projeto para a diretoria e as demais áreas da organização. Assim, os CIOs devem conhecer a fundo o negócio da companhia para entender como as iniciativas da sua área estão alinhadas aos objetivos da organização e quais os resultados práticos esperados. ?Um projeto de TI é um investimento como qualquer outro da empresa e, em muitas ocasiões, pode inclusive concorrer com as demais áreas?, afirma o gerente de sistemas da Basf no Brasil, Ricardo Crepaldi. ?Uma reestruturação de parque tecnológico, por exemplo, necessita estar alinhada à necessidade de crescimento da empresa. Não faz mais sentido trocar só por trocar.?, acrescenta o executivo.
Capacidade de comunicação ? No dia-a-dia das organizações, boa parte das atividades de TI passa despercebida pelos funcionários da companhia. Na realidade, o CIO e a sua equipe só são lembrados em situações negativas, como quando o sistema cai ou o computador para de funcionar. Com isso, a imagem do trabalho da área de tecnologia da informação fica prejudicada dentro das organizações. E o pior, essa percepção chega até o board da companhia, o que reflete diretamente no humor de investimentos em novos projetos. O CIO que pretende reverter essa situação precisa estar preparado a estruturar uma melhor comunicação de sua área com todos os stackeholders da organização. Para tanto, precisa investir em ferramentas que o ajudem a divulgar as iniciativas de TI a toda a companhia, bem como criar um canal para que os diversos usuários consigam expressar opiniões sobre produtos e serviços oferecidos pela equipe de tecnologia.
Gestão de pessoas ? Os resultados da área de TI também estão diretamente relacionados à capacidade que o CIO tem para recrutar, reter e desenvolver seus colaboradores. Assim, a sócia da consultoria brasileira Career Center ? especializada em gestão estratégica e recolocação profissional ?, Karin Parodi, aconselha que esses profissionais estejam atentos à gestão de pessoas e não deleguem essa função apenas para a área de recursos humanos.Essa capacidade de gestão e motivação das equipes é essencial a qualquer profissional em posição de liderança, mas tende a ser ainda mais crítica na TI, uma vez que trata-se de um setor no qual faltam pessoas capacitadas e, portanto, a retenção de talentos é essencial.
Perfil inovador ? Quando buscam um profissional para ocupar a posição de CIO, as empresas buscam pessoas com postura voltada à inovação, de acordo com a diretora de TI e telecom da consultoria brasileira de recrutamento de executivos Fesa, Ana Luiza Loureiro Segall. ?Na prática, isso seria, por exemplo, representado por um CIO que, antenado aos lançamentos do mercado no qual atua, percebe uma nova maneira de se relacionar com os clientes e leva essa sugestão à área de marketing?, exemplifica Ana Luiza.
Conhecimento técnico ? Um levantamento realizado pela consultoria norte-americana Diamond Management & Technology apontou que um dos pecados que o CIO comete é distanciar-se do conhecimento técnico. De acordo com o estudo, sem essa habilidade, o profissional não consegue saber como o departamento de TI pode contribuir com as demais áreas da organização e não consegue liderar sua própria equipe.Na mesma linha, uma pesquisa realizada pelo diretor de tecnologia da informação da Halliburton no Brasil, Etienne Vreus, com 111 gestores de TI de empresas brasileiras, aponta que o conhecimento técnico é uma das sete competências essenciais ao CIO atualmente.
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Ione Coco, do Gartner, atribui a movimentação à alta expectativa das organizações em relação ao desempenho dos profissionais e à insatisfação dos executivos com os cortes de custo impostos pelas companhias
Apesar da crise no Brasil não ter apresentado efeitos tão negativos quanto em outros países, a movimentação de CIOs no País foi intensa em 2009. ?Nunca vi um turnover (rotatividade) tão alto dos líderes de TI desde a época em que o mercado estava super aquecido?, afirma Ione Coco, vice-presidente do programa executivo da consultoria Gartner para América Latina.
De acordo com a especialista, essa foi uma realidade percebida em cerca de 30% das empresas e resulta de dois fatores: alta expectativa das organizações em relação ao desempenho do profissional e insatisfação do CIO quanto aos rumos da companhia. ?Por um lado, as empresas acham que os executivos deixaram a desejar, por outro, muitos profissionais com perfil voltado à inovação ficaram incomodados com a forte pressão por redução de gastos?, analisa.
Para Ione, os cortes no orçamento de TI refletiram em uma mudança de exigências das empresas em relação ao comportamento dos gestores da área de tecnologia da informação. Ou seja, precisam equilibrar o fator custos e estratégias de expansão, um verdadeiro paradoxo
Ione destaca ainda a importância do líder de TI acumular experiência em outras áreas, a exemplo de negócios e RH (Recursos Humanos). Na sua visão, essa é a melhor forma do profissional adquirir habilidades como lidar com equipes e negociar contratos com fornecedores. ?Os departamentos de TI estão mais enxutos e os gestores não têm mais em sua formação o perfil técnico", aponta, acrescentando: "Aliás, o melhor técnico sempre acaba sendo o pior gestor?.
A executiva aponta também outro aspecto que o Gartner listou como uma das decisões cruciais que os CIOs devem tomar no pós-crise, a contratação de um CFO (chief financial officer) para a área de tecnologia. ?Eles podem ser peça-chave na negociação com fornecedores e terceiros?, diz Ione.
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Para analista da Forrester Research, os CIOs precisam entender que essas ferramentas tendem a ter o mesmo impacto nos negócios que a internet provocou nas empresas na década de 90
Como os CIOs têm lidado com as redes sociais dentro das organizações? Na maior parte dos casos, os executivos optam por criar políticas que bloqueiem o acesso dos funcionários a esse tipo de ferramenta. Alguns alegam questões de segurança da informação, enquanto outros apontam que o objetivo é evitar a perda de produtividade.
?O problema com esse tipo de abordagem está no fato de assumir que as redes sociais podem e devem ser bloqueadas com tecnologia?, afirma Nigel Fenwick, vice-presidente da consultoria Forrester Research. ?Mas o fato é que muitas pessoas já usam aplicações sociais na web durante o expediente de trabalho em seus próprios smartphones?, acrescenta Fenwick.
Um dos erros que os CIOs cometem, na visão do consultor, está no fato de que os gestores de TI pensam nas redes sociais como qualquer outro tipo de comunicação digital. Mas, de acordo com o especialista, ferramentas como o Twitter e o Facebook representam um novo formato de relacionamento interpessoal.
A única forma eficiente de lidar com as redes sociais nas empresas, pontua Fenwick, é a TI investir em políticas e treinamentos dos funcionários, com o intuito de mostrar como eles podem utilizar esses recursos de forma adequada, sem prejudicar a segurança da informação e burlar as regras corporativas.
Para exemplificar seu ponto de vista, o consultor afirma: ?não é só porque a área de TI pode gravar qualquer conversa telefônica que ela precisa fazer isso.? Assim, Fenwick defende que a educação dos usuários tende a ser muito mais efeciente do que a implementação de tecnologias voltadas a bloquear o acesso às redes sociais.
Ainda de acordo com o consultor, os CIOs precisam ter em mente que, quando não permitem que os funcionários da organização acessem as redes sociais, eles podem afetar diretamente os seus negócios. ?Eu acredito que, na próxima década, essas ferramentas vão ter o mesmo impacto na sociedade e nas organizações que a internet provocou nos anos 90?, cita o especialista. Segundo ele, ao criar barreiras para o uso dessas ferramentas, os gestores de TI podem perder espaço para os concorrentes.
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Estudo da KPMG aponta um crescimento de 22% no volume de transações do início do ano até setembro.
O mercado de TI continua liderando os processos de fusão e aquisição no Brasil, repetindo tendência mundial. É o que aponta a última pesquisa da consultoria KPMG, relativa ao terceiro trimestre de 2009. Foram 14 transações no período, totalizando 39 do início do ano até setembro passado e um crescimento de 22%.
Em todos os setores, o número de transações no terceiro trimestre de 2009 chegou a 117, entre julho e setembro, registrando alta de 21% em relação ao trimestre anterior. ?Os últimos três meses foram os melhores desde que a crise explodiu ano passado?, avalia Motta. Até agora são 316 operações de fusão e aquisição no Brasil.
O resultado reflete o momento de recuperação econômica no cenário pós-crise. "Estamos assistindo a uma retomada no volume de operações, impulsionada pelo maior apetite das empresas brasileiras e estrangeiras", afirma o sócio da companhia responsável pela área de fusões e aquisições, Luís Motta.
Prova disso são os recentes negócios vistos tanto no Brasil quanto lá fora, que também têm impacto no País. ?Não podemos ignorar essas movimentações, sobretudo porque as maiores estão presentes aqui, com subsidiárias fortes?, explica. A HP é um exemplo. A gigante acaba de divulgar a compra de fabricante equipamentos 3Com, por 2,7 bilhões de dólares.
E a lista não para. Nos últimos dois meses o mercado assistiu a cinco operações de fusão, entre elas a Dell/ Perot Systems e Cisco/ScanSafe. De acordo com Motta, das 39 transações envolvendo empresas de TI, 21 aconteceram entre companhias brasileiras, principalmente as de pequeno e médio portes. Na opinião do executivo são elas que manterão o mercado de fusões aquecido.
"A área de TI sempre teve maior volume de transações porque é um segmento pulverizado, dinâmico e com várias empresas nascendo", diz. Apesar da liderança dos processos de fusão no Brasil ser de empresas menores, ainda há algumas grandes com bala na agulha.
É o caso da Totvs que, depois de comprar duas empresas em menos de um mês, planeja novas transações de olho no aumento da receita. ?Mas não vejo muito as grandes brasileiras fazendo ataques relevantes?, acredita. ?As multinacionais é que prometem novas surpresas?. Para Motta, há uma leva de companhias que estão saudáveis e que seguraram o caixa para ver como ficava a crise.
Ou seja, esperaram o momento certo para abocanhar negócios a preços mais baixos do que seriam em um cenário aquecido. A tendência, segundo o executivo, é que a movimentação de fusões e aquisições se intensifique ainda mais no fim do ano.
Como o período médio para uma transação ser negociada varia entre cinco e sete meses, a expectativa é que os próximos três meses reflitam com mais força essa melhora do cenário e seja o melhor trimestre do ano.
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O conhecimento de diversas áreas de negócio da companhia sobrepõe a experiência internacional na lista de requisitos buscados pelas organizações na hora de contratar o gestor mundial de TI
Um diretor de TI não precisa mais ter passado por diversos países para assumir a posição de CIO global. Hoje em dias, as organizações buscam profissionais que mesclem conhecimentos de negócio e experiências diversas que os habilitem a assumir o posto de principal executivo mundial de tecnologia da informação.
?As empresas precisam que o CIO seja aberto e tenha ideias criativas, bem como buscam alguém com experiências variadas, mesmo que não seja exatamente na área em que ele vai atuar?, pontua o vice-presidente da consultoria A.T. Kearney na América do Norte, Bob Haas.
Wayne Shurts, que no último ano assumiu a posição de CIO global da Cadbury ? empresa de confeitos que concentra as marcas Buballoo, Chiclets, Freshen-Up, Halls, Ploc, entre outras ?, não tinha qualquer experiência internacional. Em contrapartida, o executivo apresenta um excelente conhecimento de negócios e que o credenciou à posição.
Shurts atuou por 20 anos na fabricante de biscoitos e doces Nabisco, com passagens pelas áreas de finanças, vendas, cadeia de suprimentos, marketing e negócios eletrônicos. ?Eu penso que meu diferencial foi o conhecimento híbrido?, analisa o CIO, que acrescenta: ?Entendo muito bem de negócios, mas também conheço de TI.?
Da mesma forma, Ed Holmes, vice-presidente de TI da companhia farmacêutica Stiefel, teve uma experiência diversificada. O executivo atuou com compra e venda de serviços de tecnologia, trabalhou em um distribuidor e em uma consultoria antes de ocupar a atual posição, na qual coordena operações em 28 países, incluindo o Brasil. ?Um CIO precisa ter a habilidade para aprender com outros e nem sempre sentir que ele tem a resposta certa?, avalia Holmes.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Especialistas e executivos concordam que quando o gestor de TI fica focado apenas em questões de negócio ele perde o contato e o respeito da sua equipe
Quando o profissional de TI assume a função de CIO, ele passa a ser cobrado por questões voltadas ao negócio e, consequentemente, as discussões técnicas com a equipe e os fornecedores viram itens cada vez mais raros na agenda desses executivos.
Todo o conhecimento técnico que o profissional levou anos para adquirir começa a parecer inútil e um pouco enferrujado. Mas os especialistas aconselham que revisitar essas habilidades é extremamente importante para que o líder cultive um repertório necessário para o relacionamento com os técnicos da sua área.
?Durante os últimos 20 anos, o mercado deu muita ênfase à capacitação voltada aos negócios?, diz a fundadora e presidente da empresa de recrutamento de executivos Valuedance, Susan Cramm. Ela afirma que essa tendência produziu CIOs que, hoje, perderam completamente o contato com a parte técnica da operação de TI. ?E o desempenho desses líderes é afetado negativamente por isso?, afirma a especialista.
Susan ainda aconselha os gestores de tecnologia a buscarem maneiras para colocar em prática o conhecimento teórico adquirido na universidade e no início da carreira. ?Entretanto, esse reencontro com o repertório não pode tornar-se uma mais um item na lista de obrigações diárias do CIO", informa, ao apontar que isso deve ser um exercício prazeroso.
Para o vice-presidente de TI da rede de joalherias Tiffany & Co., Phil Alberta, manter as habilidades técnicas na ponta da língua é uma forma de o líder de TI garantir a credibilidade com sua equipe. ?O gestor é sempre um exemplo para os funcionários e, para motivá-los, precisa mostrar que possui as mesmas paixões do que eles?, pontua o executivo, que complementa: ?Quando comenta apenas sobre questões financeiras e estratégicas do negócio, o CIO não estimula a troca de ideias e a inovação.?
Alberta ainda conta que, ao interagir com a equipe em ocasiões como eventos sociais, almoços e até mesmo nas rodinhas de bate-papo informal que se formam durante o expediente, ele fica atualizado em relação a tendências tecnológicas e cultiva o relacionamento com os colaboradores. ?O pessoal técnico é muito apaixonado por tecnologia e as conversas sempre giram em torno disso?, explica ele.
Já o CTO da promotora norte-americana de eventos Classmates.com, Peter Kretzman, reserva cerca de dez horas mensais ? fora do horário de trabalho ? para refrescar a memória e exercitar sua capacidade técnica. Nesses períodos, ele administra a rede de dados de sua casa, configura um novo dispositivo, pesquisa e atua em fóruns de discussão sobre linguagens de programação, entre outras atividades.
Ele compara a gestão de uma equipe de TI com a relação que os técnicos esportivos têm com os atletas. ?O orientador deve entender tudo sobre o esporte, identificar as aptidões de cada um no time e conhecer o histórico dos adversários. Mas não pode entrar em campo para jogar?, afirma Kretzman, que complementa: ?O CIO precisa, sim, relacionar-se com sua equipe, mas não pode perder o foco de que suas principais atribuições estão ligadas à estratégia de negócios da organização.?
Fonte: www.computerworld.com.br
Consultoria prevê retomada do crescimento em 2010, com despesas com tecnologia chegando a 2,34 trilhões de dólares.
Os gastos globais com Tecnologia da Informação (TI) devem chegar a 2,28 trilhões de dólares em 2009, 6,8% a menos que 2008, segundo a consultoria Gartner. A previsão é que o mercado volte a crescer em 2010, com avanço de 2,3%, chegando a 2,34 trilhões de dólares.
O segmento financeiro será responsável pelos maiores gastos com TI, chegando a 52,6 bilhões de dólares em 2009. Apesar disso, o valor representa queda de 8,3% em relação ao último ano. Os setores de agricultura, mineração e construção terão as quedas mais acentuadas, chegando a 9,2%. Já a vertical de governo apresenta redução de 3,6% na receita, a menor entre todas as áreas.
Segundo o diretor de pesquisas do Gartner, Kenneth Brant, os gastos com TI da maioria das verticais devem entrar em um período de crescimento constante em 2011. Os três maiores segmentos - financiamento, fabricação e governo ? devem continuar nessa posição até 2013.
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Analista lista ensinamentos que podem auxiliar você a ficar mais feliz com a sua vida profissional.
Em um bom dia, a área de segurança de tecnologia da informação (TI) pode ser dura para a cabeça e para o corpo. Não há escassez de profissionais de TI que tenham desenvolvido disposição para uma batalha sem fim com diretores sobre política e financiamento ? sem mencionar empregados que têm hábitos no computador que colocam a empresa em risco todo dia.
O presidente e principal analista da Security Incite, Mike Rothman, já desafiou diretores de diversas outras empresas ? e foi demitido mais de uma vez por causa disso. Durante o caminho, ele aprendeu a ser feliz na profissão apesar de todos os desafios.Rothman está viajando por diferentes organizações de segurança, fazendo uma apresentação chamada ?A busca pela felicidade na segurança?. Em entrevistas recentes, ele definiu sete meios de alcançá-la.
1- Aceite que você não pode vencer. Vamos encarar: não importa quantas horas você gasta, nem quão grande é o seu orçamento de segurança, os "caras maus" sempre estarão três patamares acima do seu. Também é inevitável que você não receberá créditos quando não houver ataques e a culpa certamente será sua em caso de violação de dados.A dica de Rothman é definir o que você considera um sucesso e fazer seu melhor para alcançá-lo. Lembre-se que o CEO (Chief Executive Officer) pode definir o sucesso da carreira, mas VOCÊ define o sucesso pessoal. Se os recursos, fundos e comprometimento dos diretores são o suficiente para você alcançar o sucesso pessoal, vá em frente.
2- Mantenha o foco no que você pode controlar. Não importa quanto você tente, sempre há algumas coisas que você não pode controlar: diretores, orçamento, usuários, desafios operacionais de TI. A boa notícia é que há coisas que você pode controlar: políticas, recados de segurança, monitoramento, por exemplo, que permitem uma resposta rápida a atividades estranhas, comunicação, entre outras coisas.
3- Procure o que não é normal. Como Rothman citou anteriormente, os "caras maus" estão sempre alguns passos à frente. Por exemplo, com botnets em todos os lugares, ataques de negação de serviço estão se tornando mais baratos. E não importa quanto você avise e treine os empregados, sempre vai ser um ou dois que vão cair em golpes virtuais. Quanto mais você monitorar o sistema para atividades estranhas, maiores serão as chances de impedir o roubo de dados.
4- Comunique o bom e o ruim. Como existem coisas além do seu controle, não machuca diminuir as expectativas ou, como Rothman sugere, ?controlar expectativas?. Para isso, o especialista recomenda usar o que ele chama de regra de três: 1- Contar a todos o que você vai fazer; 2- Fazer e 3- Contar o que você fez.
5- Não leve para o pessoal. Essa dica é especialmente difícil se você tenta controlar o que não pode controlar. Tente não levar para o lado pessoal.
6- Proteja-se. Tente se proteger politicamente documentando tudo e sendo legal ? até que seja hora de não ser mais legal.
7-Conheça-se. Simplificando, o trabalho é o que você faz, não o que você é. Ao perguntar o que ele é, Rothman oferece uma lista: marido, pai, amigo, chato, cara da segurança, analista e marqueteiro ruim. Se você perceber que não está fazendo o que gosta, é hora de ser honesto consigo mesmo e mudar de área. ?Mudanças são boas?, finaliza Rothman.
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49% de investidores ouvidos por pesquisa da Ernst & Young apontam que o setor deve ser o primeiro a retomar crescimento e ganhar mais investimentos.
Passada a crise financeira, as ofertas públicas iniciais de ações (IPO, do inglês, Initial Public Offering) voltarão a ocorrer. E, de acordo com pesquisa da consultoria Ernst & Young, o setor de tecnologia da informação será um dos principais focos de investidores.
O setor de TI foi avaliado como o primeiro na recuperação desse mercado por 49% dos pesquisados. Em segundo lugar, aparece a área de serviços financeiros (43%) e, na sequência, a de combustíveis (38%). O estudo da consultoria ouviu mais de 300 profissionais da área de investimentos de todo o mundo.
No mercado como um todo, o Brasil se encontra bem posicionado. Entre os entrevistados, 60% esperam aumentar as apostas no País nos próximos 18 meses, em comparação aos últimos 18 meses. O Brasil está atrás somente da China (64%) e logo à frente de Japão (57%) e Estados Unidos (56%).
Os principais fatores decisivos para investimentos em IPO, segundo os investidores, são credibilidade e experiência administrativa, item apontado por 90% dos profissionais, e qualidade da estratégia da corporação e sua execução, com 73%.
Fonte: www.computerworld.com.br
Estudo da HP constatou que 75% dos líderes de negócios em todo o mundo veem a tecnologia como peça chave para o sucesso do negócio.
As empresas estão focando em tecnologia da informação (TI) para superar os desafios de mercado. Esta foi a principal conclusão de uma pesquisa global realizada pela HP, que ouviu 550 executivos de negócios e tecnologia de empresas de médio e grande portes, envolvendo 16 países, inclusive o Brasil, nos meses de setembro e outubro.
O estudo aponta ainda que mais de 90% dos tomadores de decisão acreditam que os ciclos comerciais continuarão imprevisíveis nos próximos anos. Sete em cada dez afirmaram que o cenário pós-crise mudará a forma como as empresas planejam trabalhar e 75% dizem que o seu departamento de tecnologia é peça chave para o sucesso do negócio.
A pesquisa também mostra que 80% das organizações reconhecem a necessidade de mais flexibilidade nas abordagens de negócio para atender às mudanças do mercado.
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Após estudo com 92 gestores de TI, a consultoria aponta qual o papel que o CIO precisa exercer para ajudar a companhia a sair fortalecida do período pós-crise
Mesmo com toda a expectativa em relação ao fim da crise econômica, as instituições financeiras ainda têm um longo caminho a percorrer para garantir um crescimento sustentável e com riscos operacionais controlados. A constatação faz parte de um recente estudo realizado pela consultoria Gartner.
Após ouvir 92 executivos de TI de empresas que atuam no segmento financeiro em todo o mundo, a consultoria mapeou seis grandes barreiras que esses profissionais devem enfrentar nos próximos 24 meses e que, se não tratadas com a devida atenção, podem comprometer a sobrevivência das organizações.
Para o vice-presidente de pesquisa do Gartner, Peter Redshaw, o gestor de TI do segmento financeiro tem a oportunidade de liderar a implementação de estratégias para eliminar as ameaças que ainda rondam o cenário de negócio das instituições financeiras nesse período pós-crise. Para tanto, devem estar atentos aos seis grandes perigos que cercam essas companhias:
1. Resistência a mudanças: Assim como acontece em outros setores, as empresas do segmento financeiro precisam adequar seus processos de negócio e os modelos de relacionamento com os clientes a novos tempos. No entanto, segundo o Gartner, isso vai exigir uma intervenção direta dos altos executivos, os quais vão ter de atuar como porta-vozes das mudanças para os restante da companhia.No caso específico da TI, a consultoria prevê a emergência na criação de sistemas que garantam esse alinhamento dos funcionários aos processos, o que vai demandar a implementação de soluções para gestão dos processos de negócio (BPM, da sigla em inglês, Business Process Management).
2. Foco na redução de custos: Grande parte das instituições financeiras molda suas estratégias pela economia de despesas, em vez de considerar a geração de receitas que tais iniciativas podem impulsionar. Prova disso é que, entre os executivos consultados pelo Gartner, 50% deles afirmaram que suas estratégias de TI, até meados de 2010, devem ser orientadas a otimizar gastos.Nesse sentido, Redshaw afirma que a TI precisa mudar a dinâmica corporativa de criar produtos e serviços baseados no custo e nos riscos de produção e voltar o olhar o lucros que siso podem gerar. ?Resumindo, as instituições financeiras devem balizar suas operações na capacidade de ganho que podem trazer e não na redução de riscos no caso de a iniciativa não dar certo?, diz o especialista.
3. Visão limitada: As instituições financeiras têm o costume de avaliar ações com base em suas consequências de curto prazo. Um exemplo típico dessa situação é quando a organização direciona projetos para o alcance de bons resultados bimestrais, em detrimento de dividir as atenções e orçamentos às estratégias de cada departamento. No caso da TI, segundo o Gartner, quando um banco ignora seus planos de atuação em longo prazo, está perdendo a chance de analisar e melhorar questões como a gestão de fornecedores, logística de distribuição, novos meios de contato com os clientes, entre outros.
4. Falta de atenção ao cliente: As instituições financeiras tiveram sua credibilidade muito prejudicada durante a crise econômica mundial. Milhares de pessoas ainda culpam os bancos pela perda de dinheiro e de empregos e os enxergam como inimigos. E, essas empresas, por outro lado, continuam muito centradas na melhoria de suas operações, em vez de buscar formas de melhorar o relacionamento com os clientes. Segundo o Gartner, as organizações bancárias raramente investem em iniciativas para explicar aos clientes sobre o uso e aplicação consciente do dinheiro ? as ações nesse sentido são sempre superficiais e voltadas à imagem da companhia.
5. Políticas falhas para controle de riscos: De acordo com a consultoria, a gestão de riscos e as políticas de contingência começam a ganhar espaço nas discussões de diretoria das grandes instituições financeiras. No entanto, até agora os projetos nesse sentido não saíram do papel. Para Redshaw, o CIO não pode esperar por instruções do board da companhia e deve iniciar, mesmo que de forma independente, o desenvolvimento de projetos que garantam a continuidade das operações em caso de desastres.
6. Pouca estrutura para inovar: São poucas as instituições financeiras consideradas inovadoras. Na maioria dos casos, essas empresas buscam lançar novos produtos e atualizar processos, mas, globalmente, apenas 40% delas possuem iniciativas estruturadas de estímulo à inovação. Assim, segundo Redshaw, o papel do líder de TI é esclarecer ao board sobre os benefícios de se criar uma cultura voltada à criação.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Já para o próximo ano o Gartner prevê um aumento de 3,3% nos gastos com tecnologia. No entanto, o setor só deve atingir os mesmos índices do ano passado em 2012
Ao que tudo indica, 2009 deve ser o pior ano da história para o setor de TI. De acordo com a consultoria Gartner, os gastos globais desse setor devem cair 5,2% no período. Boa parte do resultado deve-se à retração da demanda do mercado corporativo, o qual tende a reduzir em 6,9% os investimentos para a compra de produtos e serviços de tecnologia.
Para o próximo ano, o Gartner anunciou a expectativa de investimentos de 3,3 trilhões de dólares na área de TI, o que aponta para um aumento de 3,3% em relação a 2009. No entanto, a consultoria alerta que o setor só deve retomar o ritmo de crescimento do último ano em 2012.
Apesar dessa previsão de crescimento no próximo ano, para mais de 50% dos CIOs de todo o mundo consultados pelo Gartner, o mercado de TI não deve crescer ou ainda tende a retroceder em 2010.
Quanto à divisão das receitas de gastos com tecnologia neste ano, o mercado de hardware tende a ser mais afetado do que os demais setores. Há uma estimativa de um gasto total com equipamentos de 317 bilhões de dólares, o que representa uma redução de 16,5% em relação a 2008.
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Nem sempre a terceirização da TI representa o caminho mais fácil para reduzir custos, ao contrário, a gestão inadequada dos fornecedores pode implicar em perdas financeiras
Mesmo com as perspectivas de uma retomada da economia, os CIOs continuam pressionados a buscar formas de reduzir custos e melhorar resultados. E, assim como no período crítico da crise, precisam analisar toda e qualquer oportunidade de fazer mais com menos.
Como reflexo direto desse cenário, atraídos pela promessa de reduzir em até 20% os gastos com TI, muitos gestores apostam na terceirização da infraestrutura e das aplicações. De acordo com a consultoria Gartner, neste ano, o mercado brasileiro de outsourcing tende a crescer entre 10% a 12%.
E se a terceirização parece o meio mais fácil de reduzir custos da área de tecnologia da informação, nem sempre essa iniciativa tem os resultados esperados. O diretor da consultoria norte-americana Alsbridge ? especializada na análise de contratos de outsourcing ?, Shaw Fields, afirma que em muitos casos, a má gestão dos contratos pode trazer prejuízos em vez de economia às organizações.
Um estudo realizado pela consultoria em tecnologia Cognizant, em parceria com a escola de negócios inglesa Warwick Business School, aponta que cerca de 60% dos gestores de TI desconhecem os reais benefícios que podem ser alcançados com o outsourcing.
?É fácil para um fornecedor prometer que diminuirá as despesas em um determinado intervalo de tempo, mas quando o cliente pergunta como isso será feito é que começa o problema?, diz Fields. Ainda de acordo com o especialista, a única forma de não ter surpresas durante um contrato de terceirização é contar com um planejamento detalhado, no qual constem objetivos, escopo do projeto, investimentos, benefícios, impacto e prazos esperados.
Um equívoco comum para quem opta por terceirizar a infraestrutura de TI está na dificuldade em medir o retorno sobre investimento nesse tipo de iniciativa. De acordo com o estudo da Warwick, 43% dos CIOs e CFOs (responsável pela área financeira) já tentaram calcular os benefícios financeiros dos contratos de outsourcing, mas um quinto deles admite que não está confiante com o cálculo realizado.
Pior do que isso, o mesmo levantamento mostra que 37% dos executivos nunca tentaram calcular os benefícios financeiros de qualquer iniciativa de terceirização e, portanto, podem estar perdendo dinheiro, sem saber.
Para a consultora especializada em TI e mobilidade, Jennifer Darr, uma forma simples e eficiente de avaliar os resultados obtidos com os fornecedores de serviços terceirizados é analisar como o outsourcing contribui para a redução do tempo de realização das tarefas e qual foi o aumento da produtividade das equipes.
Os especialistas consideram também que um erro comum cometido pelas organizações e que compromete os resultados dos contratos de terceirização está no fato de os CIOs ficarem preocupados apenas com os SLAs (acordos de nível de serviço) e esquecerem de avaliar como o prestador de serviços atua. Nessa análise deve-se levar em conta até mesmo questões subjetivas, como a cultura organizacional do fornecedor.
?As prioridades [do cliente e do fornecedor] precisam ser as mesmas?, pontua Jaci Correa Leite, professor titular da FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas). ?Quando acontecer um imprevisto, o fornecedor terá de tomar uma decisão. Se as prioridades forem diferentes é bem provável que ele faça algo diferente do que você espera?, acrescenta.
Fonte: www.cio.uol.com.br
O levantamento global realizado pela PricewaterhouseCoopers mostra ainda que, no Brasil, a crise econômica foi o grande direcionador dos investimentos em segurança da informação neste ano
A mobilidade, somada à disseminação das redes sociais, aumentaram os desafios das organizações no sentido de evitar o vazamento de dados confidenciais e estratégicos. Como resultado, as empresas estão mais abertas a contratar um executivo que responda pela segurança da informação, segundo o estudo Global Information Security, conduzido pela consultoria PricewaterhouseCoopers, em parceria com as revistas CIO e CSO.
Entre os 692 executivos brasileiros que responderam ao estudo - de um universo de 7,3 mil profissionais de todo o mundo que atuam nas áreas de TI e negócios -, 43% deles disseram que suas empresas não têm um CSO (principal executivo de segurança da informação), mas que a nomeação de um profissional para ocupar essa vaga representa uma prioridade para os próximos meses. No resto do mundo, essa porcentagem cai para 32%.
A própria recessão na economia contribui para esse cenário. Isso porque, a crise obrigou muitas organizações a reduzirem os gastos com outsourcing (terceirização) dos serviços de segurança. Em contrapartida, as equipes internas das empresas tiveram de incorporar as funções que eram realizadas pelos fornecedores. O que justificaria o interesse por contratar um profissional que conduzo essas iniciativas.
Também no caso específico dos executivos brasileiros consultados no estudo, a crise financeira internacional desponta como a grande responsável por direcionar os investimentos em segurança da informação, com 44% das respostas. Em segundo lugar, com 39%, aparece a questão de garantir a continuidade dos negócios e disaster recovery (recuperação de desastre). Estes últimos dois temas foram citados como os temas mais importantes (41%) para as companhias do resto do mundo, seguido pela recessão na economia (39%).
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Antes de investir na implementação de um CRM, o CIOs deveria garantir que o projeto será liderado por profissionais com extremo conhecimento do negócio
Grande parte das empresas entende que implementar um CRM (sistema de gestão do relacionamento com os clientes, da sigla em inglês) significa, automaticamente, alavancar os resultados operacionais. Essas organizações querem conquistar vantagem em relação aos concorrentes, aumentar a retenção de consumidores, gerenciar de forma mais produtiva o ciclo de vendas e melhorar a reputação que têm no mercado. No entanto, infelizmente, são poucas as companhias que atingem esses objetivos.
Diversos estudos apontam que não só a maioria das empresas consegue benefícios limitados com a implementação de um CRM, como também muitas delas estão completamente insatisfeitas com os resultados trazidos pelo sistema.
Por outro lado, pesquisas mostram que o olhar mais próximo do cliente é o principal motivo que levou algumas poucas organizações a enxergar alguma melhoria de resultado com a ferramenta. E, mesmo nesses casos, as vantagens trazidas pela implementação estão bem abaixo do esperado. Isso não tem de ser assim e o consumidor corporativo que paga por um CRM possui o dever de mudar essa realidade.
Antes de mais nada, é preciso esclarecer que o problema com o desempenho do sistema de gestão não está relacionado a um determinado fornecedor. Assim como acontece com as ferramentas de ERP (sistema de gestão empresarial) e de BI (Business Intelligence), mesmo com as funcionalidades todas ali, sem que haja um profissional capacitado para gerenciá-las, não haverá resultados. É a mesma coisa que um instrumento musical tocado por um especialista e depois por um aprendiz. O equipamento é o mesmo, mas os sons dele são completamente diferentes.
A maioria dos fornecedores de CRM lançou - e continua lançando - gerações de produtos cujo apelo é a facilidade de implementação. Isso leva as empresas consumidoras a escalarem profissionais especializados em linguagem HTML ou em Java, por exemplo, para realizar a instalação do sistema.
O grande erro de tal cenário está no fato desses consultores técnicos não entenderem nada sobre pressões competitivas, geração de valor para o cliente, estratégia de retenção de consumidores ou sobre qualquer outro assunto que um especialista em CRM deve saber.
Os mais voltados a questões operacionais de TI não têm a mínima noção de marketing, ciclo de desenvolvimento de produtos, conversão de propostas em vendas e melhoria na base de dados. Não por culpa deles, obviamente, eles podem até configurar algumas funções ou mudar códigos, mas não têm as habilidades necessárias para transformar o negócio.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Para pesquisador do MIT, a visão de que a tecnologia da informação é um centro de custos está relacionada, em parte, à dificuldade de comunicação do CIO
Como equilibrar os riscos e os resultados das iniciativas de TI? Esta questão norteou o livro ?The Real Business of IT: How CIOs Create and Communicate Value? (ainda sem versão em português), publicado pela editora da Harvard Business School e escrito por George Westerman, cientista do centro de pesquisas em sistemas da informação do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), e por Richard Hunter, vice-presidente do Gartner.
Uma das principais conclusões dos especialistas é que, em especial após a recente crise financeira internacional, ficou impossível falar em retorno de um projeto sem abordar os riscos dele. Mais do que isso, segundo eles, os CIOs precisam estar preparados a comunicar isso de forma clara e objetiva para os líderes da organização.
?Os presidentes e CFOs (principal executivo de finanças) acreditam que suas organizações gastam muito com TI ou gostariam de ter um melhor retorno sobre os investimentos realizados em TI?, explicou Westerman, durante apresentação realizada na última semana, durante evento mundial do Gartner. ?De qualquer forma, essa mentalidade de custos, pelo menos em parte, vem da falta de habilidade do líder [da área de tecnologia da informação] em comunicar o valor que tem criado para o negócio?, acrescentou o cientista do MIT.
Sobre a forma que os CIOs tem para reverter essa situação, no livro, os especialistas ensinam quatro passos para melhorar a comunicação dos riscos e dos investimentos com uma linguagem compreensível para o resto da organização:
1. (Amanhã de manhã) Comece treinando a si mesmo e o resto da equipe de TI para comunicar riscos e retorno em termos de resultados efetivos para os negócios e melhoria de performance
2. (Na próxima semana) Examine o valor do dinheiro oferecido para o departamento de tecnologia. Identifique oportunidades para incrementar os riscos e os retornos a partir da melhoria na infraestrutura, aplicações, conhecimentos e gestão dos processos de TI.
3. (No próximo mês) Desenvolva sua habilidade para executar todos os passos de um ciclo virtuoso. Focando nessas etapas é possível, no mínimo, ter a capacidade de organizar o trabalho de melhorar as soluções
4. (No próximo ano) Tire vantagem dos altos riscos e das altas oportunidades de retorno que sua capacidade de organização pode oferecer para se destacar dos competidores
Fonte: www.tiinside.com.br
No período de 2005 até 2008 ? até a época pré-crise ?, o mercado brasileiro de tecnologia da informação (TI) registrou aumento de 40% no número de vagas de trabalho, puxado principalmente pelo segmento de prestação de serviços. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em apenas três anos, no entanto, o número de vagas de tecnologia não preenchidas saltou de 27 mil para 100 mil, por conta principalmente da incapacidade do país de formar profissionais qualificados na velocidade exigida pelo mercado.
Segundo Francisco Soletl, um dos criadores do Congresso Nacional de Gestão de Pessoas (Conarh), da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), o principal problema que o Brasil enfrenta é a dificuldade das escolas e universidades em acompanhar o desenvolvimento das tecnologias e as necessidades do mercado. Ele explica que, para haja mudanças curriculares, de modo a atender às exigências do setor, os projetos precisam obter aprovação do Ministério da Educação e Cultura (MEC), e isso demora muito.
Soletl afirma que, por causa da demora e da grande burocracia inerente aos processos de mudanças do MEC, as instituições de ensino estão sempre defasadas em relação ao que as empresas necessitam e exigem de seus profissionais. O executivo acha que o governo deve reestruturar seu sistema de renovação curricular, já que o vigente ainda é ?da época em que tecnologia era um problema, e não uma necessidade?.
Sergio Sgobbi, diretor da área de capacitação da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), explica que o profissional que o mercado mais sente falta é o da chamada base das empresas, como programadores e analistas de banco de dados. Ele explica que o que acontece com o mercado é que algumas empresas estão se juntando a governos e universidades para criar cursos de especialização de curta duração, portanto que não precisam de aprovação do MEC.
Segundo o especialista, esse tipo de solução emergencial tem causado uma distorção na pirâmide do mercado profissional de TI no Brasil. O normal seria que houvesse muitas pessoas nos cargos de base, prestando serviços, ao contrário do que ocorre hoje, em que há vários profissionais especializados em determinadas linguagens apenas para atender às necessidades específicas de uma empresa. Enquanto não se adequa a grade curricular das universidades a esse tipo de exigência, a companhia empregadora é que tem de adaptar o funcionário à necessidade. Muitas vêm dedicando esforços para reduzir a lacuna entre o perfil do estudante que sai das universidades e o almejado pelas companhias que têm vagas.
A IBM, por exemplo, tem, em parceria com o Centro Paula Souza, responsável pelas escolas técnicas do governo do estado de São Paulo, um curso de formação pós-técnica para operadores de mainframes e linguagem Cobol, realizado nas Faculdades de Tecnologia (Fatecs), para as quais fornece equipamentos, tecnologia e vagas ao término do curso de seis meses. A Blusoft, ONG de empresas de tecnologia de Blumenau, em Santa Catarina, tem o projeto Entra21, para jovens de 16 a 25 anos com ensino médio completo e renda familiar de até quatro salários mínimos para formá-los de acordo com as necessidades das empresas que participam da organização.
Paulo Henriques Chíxaro, responsável por projetos de tecnologia da informação e comunicação do Centro Paula Souza, acredita que a maior dificuldade para que, de fato, se acabe com a falta de profissionais de TI no Brasil é a distância entre as empresas e as universidades. Segundo ele, a iniciativa privada tem dificuldade para suprir as demandas do mercado porque normalmente se interessam apenas em resolver o próprio problema, e isso acabou afastando a formação profissional do mercado. ?Nunca houve cobrança dos executivos para uma iniciativa dessas. Isso aconteceu agora com a IBM?, conta.
Profissionais pouco experientes
Outro problema apontado por Soletl é a baixa permanência das pessoas em seus empregos. Ele conta que profissionais recém-formados ficam, em média, apenas um ano e meio em seus empregos e logo vão para outras empresas por causa de oferta um pouco melhor, ou um cargo superior, o que criou uma geração de profissionais muito jovens em altos cargos, mas sem a experiência necessária. Isso, diz Soletl, gerou uma insatisfação em relação a esses profissionais, que, por deixarem seus empregos de forma prematura, acabam não proporcionando o retorno do investimento que foi realizado neles pelas empresas ? eles não acumularam experiência suficiente para ocupar um cargo sênior, e, ao deixarem a empresa, têm que se "rebaixar" e passar a ocupar um cargo de remuneração menor.
O diretor de capacitação da Brasscom conta que o plano da entidade é transformar o Brasil em um dos maiores fornecedores de software do mundo, mas não há uma política de médio ou longo prazo. Sergio Tomio, coordenador do Entra21, diz que somente uma ação conjunta dos governos e da iniciativa privada, em que os órgãos públicos reconheçam as reais necessidades das empresas e apóiem suas iniciativas e até invistam nelas, poderá mudar o quadro atual.
Ele defende que o Brasil precisa de um modelo de investimento para o setor e uma estratégia bem estruturada para que o país possa sair da situação em que está. Soletl concorda e ressalta que o mercado de TI brasileiro, se continuar caminhando no passo atual, não resistirá e as empresas vão acabar por fugir daqui.
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De acordo com Jairo Okret, da consultoria Korn/Ferry, desde julho tem crescido a demanda por recrutamento de profissionais voltados a conduzir novos projetos na área de TI
Um estudo global que acaba de ser divulgado pela consultoria na área de recrutamento e desenvolvimento de talentos Korn/Ferry aponta que, no Brasil, 70% dos executivos de alto escalão acreditam que a economia já está em fase de recuperação. No resto do mundo, esse mesmo índice cai para cerca de 40%.
De acordo com o sócio da Korn/Ferry no País, Jairo Okret, esse otimismo tem refletido diretamente no aumento do volume de contratações de executivos e profissionais com perfil técnico para conduzir novos projetos na área de tecnologia da informação. ?Os sinais começaram a ficar mais fortes em julho?, cita Okret.
O consultor atribui esse movimento à entrada no mercado brasileiro de novas empresas que fazem um uso mais intensivo da tecnologia. ?Aumentou o interesse dessas companhias pelo País?, considera Okret. Também por conta dos sinais de aceleração da economia, ele aponta que muitas organizações que já estavam instaladas no Brasil incrementaram os investimentos em TI, com enfoque tanto em novos projetos como na retomada das iniciativas que ficaram congeladas por conta da crise.
Na visão do sócio da Korn/Ferry, a perspectiva de crescimento da economia nacional também tende a refletir no perfil das atividades conduzidas pelos CIOs. Para ele, enquanto na crise os executivos se concentraram em projetos para melhorar a eficiência das operações, em 2010, existe uma tendência dos gestores focarem a atenção em atividades que suportem o crescimento dos negócios, a inovação e a qualidade dos serviços fornecidos pela TI.
?A eficiência, por outro lado, deve permanecer na pauta dos CIOs?, ressalta Okret, que acrescenta: ?Pois o mercado vai continuar a ser cada vez mais orientado a resultados.?
Fonte: www.cio.uol.com.br
Mais do que formação acadêmica, a diretora de TI e Telecom da Fesa afirma que as contratantes buscam candidatos com experiência em projetos inovadores e habilidades de liderança bem desenvolvidas
Mais do que alguém que tenha a famigerada visão de negócio, as empresas buscam profissionais que possam levar experiências de inovação aos postos de CIO. Assim, a diretora de TI e Telecom da empresa de executive search Fesa, Ana Luiza Loureiro Segall, define a principal habilidade que um gestor de TI deve buscar atualmente.
Ela explica que o líder de tecnologia ideal deve atuar como um ?agente de inovação?. Ou seja, precisa ser alguém que enxergue oportunidades para que as diversas áreas corporativas inovem e, então, gerem melhores resultados à organização.
?Na prática isso seria, por exemplo, representado por um CIO que, antenado aos lançamentos do mercado no qual atua, percebe uma nova maneira de relacionar-se com os clientes e, então, leva a sugestão à área de marketing?, afirma Ana Luiza.
A especialista destaca que essas iniciativas geram mais força e credibilidade ao departamento de TI que, por sua vez, consegue atuar mais estrategicamente para potencializar as receitas e reduzir os custos da operação como um todo.
No que tange à contratação desses gestores, ela ainda detalha que as avaliações das contratantes sobre os candidatos giram em torno da experiência que eles possuem ? muito mais do que da formação acadêmica.
?É claro que a passagem por boas escolas é bem-vinda, mas certamente não é o que será contado como diferencial?, diz ela, que complementa: ?Saber dos projetos com os quais o executivo esteve envolvido e como conseguiu fomentar a inovação nas empresas pelas quais passou são os principais pilares para escolha do contratado.?
E, para aqueles que nunca participaram efetivamente de programas inovadores, Ana Luiza esclarece que as habilidades necessárias para um upgrade na carreira podem ser desenvolvidas por meio de contato próximo com os representantes do C-level e das áreas de negócio e pela qualidade da liderança exercida nas equipes.
Fonte: O Globo
Lan Designers doa equipamentos de informática para instituições de ensino. Até hoje 200 computadores semi-novos foram doados.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Segundo a sócia e diretora da Career Center, Karin Parodi, para ter sucesso em longo prazo, o CIO precisa aprender a recrutar, contratar, reter e demitir seus colaboradores
O bom líder vai ter o desafio de, cada vez mais, assumir competências que, tradicionalmente, eram exclusivas dos profissionais da área de recursos humanos. Esta é a opinião da sócia e diretora da consultoria especializada em gestão estratégica de RH e recolocação profissional de altos executivos Career Center, Karin Parodi.
Para Karin, além de conhecer profundamente as particularidades técnicas do departamento no qual atua, o gestor que é realmente um líder precisa saber como recrutar, contratar, reter e demitir seus colaboradores. ?Principalmente na área de TI essas habilidades são importantes?, afirma ela, que complementa: ?Em tecnologia as pessoas ficam muito envolvidas em metas imediatas e deixam de lado as questões que farão a diferença no longo prazo.?
Antes mesmo de iniciar o processo seletivo, a especialista aconselha os CIOs a avaliarem sua atual equipe, com o intuito de identificar se algum dos profissionais preenche os requisitos necessários. Ainda segundo a consultora, na maior parte das vezes, as vagas disponívelis podem ser preenchidas por um colaborador interno, o qual tende a ficar muito mais motivado com tal desafio.
Depois de avaliar a composição pessoal do departamento, o gestor de TI deve avaliar as lacunas da área para enxergar qual perfil profissional é necessário para preenchê-las. ?A partir daí é que ele deve iniciar o processo seletivo?, informa Karin. Ela comenta que logo após a contratação do candidato que mais se enquadra ao perfil da vaga, o CIO já deve planejar os processos de desenvolvimento do recém-contratado.
Desenvolver um profissional envolve não só desafiá-lo constantemente no trabalho, como também ajudá-lo a planejar sua própria vida por meio da carreira. Qualquer um que esteja no mercado precisa ter expectativas quanto ao posto que ocupa e metas de evolução (tanto na remuneração como nas responsabilidades) estipuladas pela organização.
Ademais, mesmo quando o colaborador não se adapta à cultura da companhia e é demitido, o líder deve ajudá-lo a recolocar-se profissionalmente. Se a empresa não conta com um programa de recolocação, o gestor deve mostrar ao ex-funcionário quais foram suas falhas, quais são suas qualidades e como estas devem ser mais bem exploradas.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Segundo levantamento da consultoria Right Management, a indústria voltou a liderar a oferta de vagas concentrando 33% das oportunidades. É seguida pelo setor de serviços, responsável por 28% dos postos disponibilizados
Ao passo que o ano de 2010 se aproxima, mais significativos são os sinais de que a crise financeira (ou o pior dela) já passou. Nesse contexto, já é possível perceber a retomada da economia brasileira no que diz respeito à contratação de executivos para ocupar postos de comando. Se comparadas ao cenário local do último mês agosto, em setembro as vagas ofertadas a profissionais do C-level aumentaram 10%.
A constatação é resultado de levantamento realizado pela consultoria especializada em gestão de carreira Right Management. O estudo ainda aponta que a indústria voltou a liderar as contrações - com 33% das oportunidades -, seguida pelo setor de serviços (28%).
Os segmentos que mais disponibilizaram vagas na indústria foram:construção civil (18%), bens de consumo (11%), automóveis (11%) e o segmento petroquímico (10%). Já no outro setor, os destaques são os serviços especializados de TI (18%) e Telecom (8%).
Fonte: Portal Ig
A Lan Designers lança o Corporte GoMaps, uma evolução da solução IT GoMaps, ferramenta inovadora de mapeamento e acompanhamento de indicadores de desempenho, utilizada pela Intelig.
Trata-se de um programa de governança corporativa que oferece às instituições uma visão de alto nível de seus principais processos e respectivos desempenhos.
Com esse acompanhamento, o executivo pode identificar claramente onde a empresa precisa melhorar, mantendo o nível desejado da sua performance no mercado.
Através da monitoração de indicadores a empresa pode avaliar continuamente como estão em relação aos seus objetivos e têm a oportunidade de corrigir quaisquer desvios de rumo, antes que estes cresçam.No desenvolvimento dessa solução foram investidos R$3,5 milhão.
Fonte: www.tiinside.com.br
O tempo passa, o business evolui, surgem novas tecnologias e o mercado de outsourcing está ficando cada vez mais competitivo. Antigamente quando uma empresa procurava a TGT Consult para auxiliá-las neste setor, a pergunta principal era: ?será que devo terceirizar??, hoje essa questão mudou e a maior dúvida é: ?como gerencio o meu outsourcing??. Toda empresa de TI tem pelo menos um contrato de terceirização de serviços mas, diferente do que muitas pensam, terceirizar não é tirar a responsabilidade pelo serviço da sua empresa e transferi-la para um gestor ficando livre de ?dores de cabeça?. Ao contrário. Essa iniciativa requer muitos cuidados e se não administrados corretamente, os problemas podem começar até mesmo no momento de contratação do seu fornecedor.
A TGT sempre sugere que a companhia desenvolva um Centro de Competência. Nesse ambiente deverá ter pessoas especializadas em outsourcing, que estejam preparadas para fazer SLAs (Service Level Agreement - Acordo de nível de serviço), trabalhar com RFPs (Request for Proposal ? Solicitação de Proposta) discutir e negociar contratos, entender de serviços, enfim, uma equipe preparada para conduzir a sua terceirização de maneira a prever e evitar problemas, trazendo as melhores soluções.
Mas afinal, o que eu preciso saber para lidar com um fornecedor? Para começar, imagine que você pode diminuir o custo do seu outsourcing de 20% até 30% se souber fazer uma boa contratação, isso é bom, não é? Agora se prepare para o desafio, as empresas de terceirização tem os melhores vendedores que sempre oferecem os melhores serviços. ?Melhores serviços? na visão deles, pois nem sempre o que te oferecem é realmente aquilo que a sua TI precisa. Uma das principais chaves para o sucesso na entrega do serviço é que sua empresa tenha um bom relacionamento com o seu fornecedor. Neste cenário citamos quatro ações que podem ajudar a obter maior segurança na contratação da terceirização:
1 ? Tenha um bom critério de seleção. Avalie se o seu potencial fornecedor tem recursos humanos suficientes para lhe atender. Questione: esses profissionais estão preparados? Essa empresa tem experiência no mercado? Ela está preparada para as mudanças do setor? Está se atualizando? Que visão ela tem de futuro?
2 ? Trabalhe utilizando uma boa RFP. Essa iniciativa lhe mostrará toda a competitividade entre esses fornecedores. Mas tenha cuidado, o modelo é complexo e diferente de contratações em qualquer outro setor de serviços. Um SLA, por exemplo, se não for bem estruturado e claro pode lhe causar o transtorno de cada fornecedor lhe apresentar uma proposta diferente, que não atenda a sua necessidade real. Isso aumenta o risco do serviço e ainda pode atingir negativamente o business na empresa. (A TGT desenvolveu um guia para RFP de outsourcing, acesse: http://www.tgtconsult.com.br/main/paginas_criadas/rfp.htm).
3 ? Estabeleça contratos flexíveis. É comum encontrar empresas que fazem contratos fechados, ou seja, que não permitem alterações no escopo do serviço. Os contratos nunca devem ser de curta duração, (em torno de seis meses) mas também não podem ter longo prazo. O ideal são acordos de até três anos, pois oferecem maiores chances de renegociar o serviço. As necessidades de TI mudam constantemente e dependendo da evolução dos negócios as transformações acontecem ainda mais rapidamente.
4 ? Para facilitar todo esse processo você pode contratar uma consultoria especializada. Os fornecedores estão evoluindo. Hoje temos SOA, SaaS, falamos em Cloud Computing, e toda a evolução do mercado está solicitando uma gestão altamente qualificada. As dúvidas entre empresas e fornecedores ainda são múltiplas, por isso, uma consultoria pode esclarecê-las e encontrar uma boa solução que atenda as necessidades do seu business.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Quatro executivos apontam quais, hoje, são os requisitos mais importantes para quem está à frente da TI nas organizações de médio e grande portes
Quem ocupa hoje uma posição de liderança ? independente do segmento ou do tamanho da organização ? tende a enfrentar desafios cada vez mais complexos, por conta das rápidas mudanças no cenário de negócios. Na área de TI, especificamente, os gestores convivem hoje com uma necessidade de conciliar uma visão do que há de mais importante em termos de soluções e serviços com uma postura orientada a resultados.
Com o intuito de entender como os líderes de TI lidam com essas novas demandas, a CIO perguntou a quatro executivos quais as competências mais importantes para eles na atualidade. A seguir, acompanhe as respostas:
Nelson Cardoso, diretor de TI da Petrobrás Distribuidora
?Após 35 anos atuando na área de TI ? mais de uma década como principal executivo ? , entendo que a simplicidade é a competência mais crítica do CIO. Ela é importante na gestão de pessoas de sua equipe; no relacionamento com executivos internos e externos da empresa; fornecedores; jornalistas da área de TI e head hunters. Outro ponto importante é simplificar as soluções, dedicar-se ao trabalho, desfrutar as oportunidades
felizes da vida, ter o entendimento de que é parte da solução inovadora ou da melhoria da arquitetura empresarial existente. É crítico para o CIO a gestão de pessoas, associada à de recursos financeiros e ativos de TI, além da experiência e habilidade para reconciliar diferenças entre pessoas e culturas. Enfim, o líder de TI deve sempre lembrar que chegar ao topo é mais fácil do que se manter. Por isso, apoie-se em teconologia flexível para o crescimento da sua organização, metodologias, métricas e, principalmete, dos amigos sinceros.
Fábio Kruse, supervisor de TI da JCB
?Neste momento de turbulência dos mercados, acredito que a competência mais crítica para o CIO é permanecer atento a todas as mudanças estratégicas da empresa para não perder o foco nos negócios. Apresentar novas formas de aumentar a rentabilidade, melhorar os controles e reduzir os custos não são novidades para o CIO, mas também devemos cuidar para que reduções de custo de mão de obra e infraestrutura não se tornem uma armadilha na fase de retomada do crescimento.
Um exemplo claro disso é a demora na retomada do nível de serviços de TI, em razão de cortes de pessoal e nos contratos de fornecedores sem uma perspectiva clara do futuro dos negócios. Tivemos recomendações da nossa matriz, no Reino Unido, para cortes em algumas áreas. Se as tivéssemos levado a cabo, sem uma análise do mercado local, estaríamos em uma situação bem complicada hoje, pois enquanto para a matriz o momento ainda é de recessão profunda, aqui a produção de máquinas já retornou exatamente ao patamar acompanhado no mesmo período de 2008.?
Etienne Vreuls, gerente de TI da Halliburton
?Em recente pesquisa realizada para o mestrado, identifiquei um modelo com sete competências, consideradas pelos CIOs brasileiros como críticas: Visão de Negócios; Suporte ao Negócio; Capacidade de Influenciar a Organização; Capacidade Técnica; Networking; Manter a Operação de TI e Visão de TI/ Inovação. Notamos que as características do alinhamento estratégico entre TI e o negócio estão sempre presentes. Fazem parte também os aspectos relacionados às habilidades operacionais e de gestão, técnicas e estratégicas.
Atividades operacionais e de cunho mais estratégico são demandadas pelas características da organização e pelo momento pelo qual ela passa, uma vez que o alinhamento é um esforço recíproco entre TI e a empresa. O papel do CIO, portanto, pode ser vistocomo um indicador de como a tecnologia é pensada pela companhia no espaço entre o operacional e o estratégico. Ter a compreensão de onde a TI está situada pode ser não só a garantia de sobrevivência do CIO, mas da própria organização.?
José Henrique de Oliveira, gerente de TI do Grupo Mabel
?Este foi um ano de várias turbulências financeiras, no qual o CIO se deparou com inúmeras dificuldades e desafios, pois tinha de manter a organização crescendo tecnologicamente nas diversas áreas de negócio e manter ou até reduzir custos operacionais. Nesse momento que entra a verdadeira competência de um CIO, buscando novas soluções no mercado que tragam essas reduções, reavaliando contratos e mantendo a qualidade dos serviços com um custo reduzido.
O CIO precisa saber utilizar esse cenário como um momento de oportunidade para rever processos e
rotinas internas que agreguem resultados imediatos e faça com que tenhamos uma resposta mais rápida na tomada de decisões. Acredito que esse seja o desafio mais crítico no momento para um CIO: tentar em momentos adversos ser um diferencial na organização, trazendo soluções e inovações que resultem em vantagens competitivas ao negócio, tornando a tecnologia da informação uma poderosa ferramenta para impulsionar o crescimento da empresa.
Fonte: www.tiinside.com.br
Estudo da consultoria everis revela que 57% das empresas brasileiras têm um orçamento exclusivo para gestão de riscos. O número, entretanto, é menor se comparado com as organizações europeias. Na Espanha, por exemplo, a verba destinada a esse propósito atinge 73%, enquanto em Portugal, chega a 100%.
De acordo com o relatório, mundialmente 73% das empresas também possuem uma área dedicada à gestão de risco e em 21% delas existem equipes focadas nesse trabalho. No Brasil, 75% das companhias dispõem de áreas exclusivas de gestão de risco, percentual pouco abaixo da Europa, com 81%, e acima da média latino-americana, que é de 65%.
Segundo Rafael Garrido, sócio responsável pelas áreas de seguro, previdência e capitalização da everis Brasil, as empresas que participaram da pesquisa mostraram que consideram o controle de riscos um dos objetivos estratégicos para os seus negócios. "Apesar disso, vemos que o comportamento de grande parte delas não é coerente, uma vez que apenas 62% delas dedicam parte do seu orçamento para essa finalidade", afirmou o executivo.
Garrido explica que 34% das empresas consideram que o motivador para a uma gestão de riscos é o cumprimento a normas reguladoras. "Ainda falta cultura para as empresas perceberem que isso deve ser feito independentemente das leis, pois, no longo prazo, significa economia", concluiu. Os outros motivadores apontados pela pesquisa são a supervisão do risco, com 28%, o fornecimento de informações para a alta direção, com 21%, e a liderança de iniciativas para reduzir o risco, com 12%.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Os CIOs precisam aprender a criar estratégias específicas para orientar as decisões das demais áreas, na opinião dos líderes de tecnologia do Atacadão e da Unimed Campinas
Áreas não ligadas diretamente à tecnologia têm hoje um grande poder de influência sobre a decisão de uso do orçamento de TI nas organizações. De acordo com a versão brasileira do estudo The State of the CIO 2009, 55% das empresas instaladas no País permitem que executivos de outros departamentos interfiram na gestão desses investimentos, seja de forma direta ou dividindo as decisões com o CIO.
No levantamento, 44% dos 260 líderes de TI que responderam à pesquisa, informaram que a gestão do seu orçamento tem sido compartilhada com as demais áreas de negócio da companhia. Além disso, 11% afirmaram que esse controle é independente da área de tecnologia.
À primeira vista, esses dados confirmam que a TI tende a deixar de ser tratada como uma área isolada na organização para fazer parte da estratégia de negócios. Mas, por outro lado, isso cria um desafio para o gestor de tecnologia da informação: convencer os demais membros da organização da importância de investir em determinados projetos, especialmente naqueles que não apresentam resultados fáceis de justificar.
Responsável pela TI da rede brasileira de supermercados Atacadão, Marco Antonio Tadeu Silva afirma que a melhor estratégia para o CIO influenciar a decisão dos principais executivos da companhia é contar com o apoio de diversas áreas da organização. ?É preciso identificar os formadores de opinião do assunto relacionado ao projeto [ligado à tecnologia da informação] e trazer um a um para o seu lado?, explica Silva.
Da mesma forma, o CIO da cooperativa de saúde Unimed Campinas, Anderson Carlos de Camargo, acredita que em empresas nas quais as decisões relativas à TI dependem de executivos de outras unidades, o gestor de tecnologia precisa exercer um ?lobby? para conseguir a aprovação dos projetos.
?Por outro lado, se estiver atuando em um cenário no qual o CIO tem autonomia para decidir, vai ter de mudar a abordagem para convencer?, pontua Camargo. Na prática, ele acredita que, nesse caso, é necessário utilizar questões palpáveis, como o ROI (retorno sobre investimento). ?Pois os executivos podem não entender de TI ? ou mesmo julgá-la como alto custo ?, mas conseguem visualizar quando um investimento tem ou não retorno garantido?, acrescenta o executivo. Ainda segundo ele, os comitês de projetos também costumam ajudar na hora de influenciar o board da companhia a tomar decisões.
Outro segredo para convencer o board (principais executivos) da companhia da necessidade de um investimento, de acordo com o gestor do Atacadão, é tentar tirar o rótulo de que uma iniciativa pertence à área de TI e apresentá-la como um projeto da organização.
Fonte: Folha de São Paulo
A LAN Designers, empresa que fornece consultoria de tecnologia da informação há 20 anos, investiu neste ano pela primeira vez em comunicação.
Entre as ações da empresa estão a criação de uma divisão de marketing interna e a divulgação de vídeos institucionais no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro
A expectativa da empresa é expandir a sua receita em 22% neste ano e em 30% em 2010.
Fonte: Folha de São Paulo
Uma pesquisa divulgada pelo Hay Group aponta que, apesar do aumento da remuneração dos executivos brasileiros, os incentivos de curto prazo - como participação nos lucros e bônus - passaram de 57% para 43% dos ganhos totais
Se a crise teve um impacto direto na retração dos orçamentos de TI, o mesmo não se aplica à remuneração dos diretores da área de tecnologia da informação no Brasil. Os salários desses profissionais tiveram um acréscimo de, em média, 7% neste ano, em comparação a 2008 - quando se calculava um ganho anual de 364 mil reais para a categoria -, de acordo com um estudo que acaba de ser divulgado pela empresa de recrutamento de altos executivos Hay Group.
Segundo o levantamento, que ouviu executivos de 227 organizações que atuam no País, quando calculados os ganhos totais (salário mais bônus) dos diretores de TI, o aumento foi de 4% em relação ao último ano.
Ainda de acordo com o Hay Group, uma das tendências visualizadas neste ano diz respeito à redução da prática de oferecer incentivos de curto prazo, como participação nos lucros e bônus, a esses profissionais. Com isso, esse tipo de benefício passou a representar 43% do pacote de remuneração, contra 57% contabilizados em 2008.
Da mesma forma, o estudo revela uma retração de 11% em incentivos de longo prazo, como o caso da oferta de stock options (ações da companhia).
Fonte: www.cio.uol.com.br
De acordo com especialista da Robert Half, no caso dos CIOs, as deficiências na gestão de capital humano refletem na falta de capacidade para atração e retenção de talentos na área de TI
Os principais erros que os profissionais em posição de liderança no Brasil cometem estão relacionados a gestão de pessoas. Esta constatação faz parte de um recente estudo realizado pela consultoria de recrutamento de executivos Robert Half.
Para o diretor da consultoria no País, Fernando Mantovani, os três problemas mais comuns entre os líderes brasileiros são: falta de transparência na comunicação com as equipes; adiamento de esforços para recrutamento de pessoas ao menor sinal de redução do orçamento; e fazer muitas reuniões sem objetivo claro.
No caso dos CIOs, Mantovani afirma que as falhas na gestão influenciam a capacidade de atração e de retenção dos talentos. ?Líderes locais não estão acostumados a trabalhar com profissionais jovens e extremamente preparados?, diz o especialista, que complementa: ?Os colaboradores da geração Y (que nasceram depois de 1980) buscam motivações que os gestores mais velhos não conseguem entender?.
Quanto às dicas para reverter esse quadro, o diretor da Robert Half aconselha que os líderes de TI se preocupem mais em criar formas para mostrar o reconhecimento pelo trabalho de suas equipes e desenvolvam uma transparência na comunicação com o resto da organização. ?Quando isso não acontece, os profissionais tendem a ficar desmotivados e, como a oferta de empregos em tecnologia é muito grande, deixam a empresa."
Fonte: www.tiinside.com.br
A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara vai realizar na terça-feira, 6, seminário para avaliar a competitividade da indústria brasileira de tecnologia da informação e a necessidade de se estabelecer uma nova política industrial para o setor de hardware.
A iniciativa do debate é do deputado Bilac Pinto (PR-MG), que defende uma política industrial adequada para promover a inovação e o desenvolvimento da indústria nacional de hardware.
Entre os temas que serão abordados no debate estão a elevação do índice de nacionalização dos componentes de TI produzidos no país; a redução dos preços finais aos consumidores; a implantação de uma indústria de semicondutores no Brasil, além do investimento em pesquisa.
"Temos uma indústria dinâmica, que utiliza o que há de mais moderno e eficiente em tecnologias de produção. Mas em muitos setores ? e em especial no da tecnologia da informação ? o Brasil ainda consome muito mais do que produz. No setor de hardware, a indústria nacional ainda tem pouca capacidade de competir com seus rivais estrangeiros, e o mercado é abastecido majoritariamente por equipamentos e componentes importados?, destacou o deputado ao justificar a realização do debate.
Segundo o presidente da CCTCI, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), a partir dos debates, os deputados da comissão colherão os subsídios necessários ao aperfeiçoamento do marco legal do setor e à ampliação da competitividade da indústria brasileira. As informações são da Agência Câmara.
Fonte: Portal Fator Brasil
A LAN Designers, empresa que oferece soluções estratégicas de TI, faturou 43,87% a mais em 2008,se comparado ao número alcançado em 2007, e até o final de 2009 pretende faturar mais 21,89% do que em 2008.A meta da LAN é crescer mais 30% ao ano daqui pra frente.
Pela primeira vez em 20 anos, a empresa vai investir em ações de marketing, neste último trimestre de 2009.Serão R$100 mil em vídeos veiculados em canais alternativos do aeroporto Santos Dumont, em anúncios de revistas especializadas e ainda em anúncios em jornais segmentados do Rio de Janeiro. Para 2010, a verba em propaganda será acrescida em 20%.
Fonte: www.cio.uol.com.br
O pesquisador Peter Weill explica que, em estruturas organizacionais maduras, também existe a tendência de o orçamento de TI ser dividido por áreas de negócio
O pesquisador-sênior do Centro para Pesquisas em Tecnologia da Informação do MIT (Massachusetts Institute of Technology), Peter Weill, acredita que a governança de TI, da maneira como conhecemos hoje, está com os dias contados.
Defensor ferrenho de que as melhores práticas de atuação são um fator essencial para o desempenho dos negócios, Weill afirma que em corporações maduras existe a tendência de se incorporar todos os controles departamentais - inclusive a governança de TI - em um único modelo de governança corporativa global.
?A expectativa é de que não haja governança de TI no futuro?, diz o pesquisador, que complementa: ?Isso porque, com a evolução das normas regulatórias dos mais diversos setores, é esperado que todas as companhias precisem integrar as iniciativas em uma só política?.
Autor do livro ?IT Governance: How Top Performers Manage IT Decision Rights for Superior Results? (Governança de TI: Tecnologia da Informação, em português), ele ainda complementa que o mesmo deve acontecer com o orçamento específico da TI.
Na visão do especialista, ao passo que o gestor de tecnologia passará a coordenar ações que tragam resultados práticos ao negócio, em vez de centralizar o budget da área, ele terá acesso a uma parcela dos recursos destinados aos projetos que envolvem a TI de cada departamento.
Na prática, o pesquisador aposta em uma estrutura orçamentária da seguinte maneira: com base nas demandas das áreas de negócio e na condição financeira da companhia, os recursos estabelecidos para o segmento de tecnologia da informação serão divididos e repassados aos demais departamentos. ?Assim, quando planejar uma iniciativa voltada à área de finanças, por exemplo, o CIO utilizará os orçamentos específicos que o departamento financeiro possui para as iniciativas ligadas à TI?, explica ele.
Para alcançar tal patamar de integração entre as áreas, no entanto, Weill alerta que as companhias terão de colocar ordem na casa, estabelecendo políticas efetivas e segmentadas de governança. ?Não é possível integrar tudo sem que cada departamento tenha cumprido seu dever e organizado projetos individualmente?, conclui o especialista.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Especialistas apontam que os CIOs devem delegar funções operacionais e, até parte das atividades estratégicas, para o segundo nível hierárquico de profissionais da área de TI
Menos quantidade com mais qualidade. Esta premissa tende a reger os departamentos de TI nos próximos anos. Do lado dos CIOs, no entanto, isso cria um problema, uma vez que, enquanto eles trabalham com equipes cada vez mais enxutas, por outro lado, precisam absorver um número crescente de tarefas relacionadas ao negócio.
A saída encontrada por muitos executivos para resolver esse impasse tem sido contratar ou preparar profissionais do segundo escalão para realizar a gestão de todas as atividades operacionais e de parte das iniciativas estratégicas da TI e que, até então, eram realizadas exclusivamente pelo líder da área de tecnologia da informação.
Para a vice-presidente de pesquisas da consultoria Gartner para América Latina, Ione Coco, dentro desse novo modelo, há uma tendência dos gerentes de TI assumirem um papel mais relevante dentro da estrutura corporativa. ?Esse segundo nível de executivos vai absorver todas as funções técnicas e até as atividades estratégicas da área?, considera Ione, que complementa: ?O CIO precisa ter tempo para estar próximo do CEO e do COO e para ficar focado em informações e negócios.?
Na mesma linha, o diretor de operações no Brasil da empresa de recrutamento de executivos Robert Half, Fernando Mantovani, defende que, já a partir de 2010, devemos ver uma consolidação dessa nova estrutura da área de TI e na qual os ?super gerentes? vão atuar como o braço direito do CIO, ao liderar atividades operacionais e estratégicas. Ainda de acordo com Mantovani, esses profissionais tendem a suprir parte da demanda gerada pelo corte das equipes durante a recente crise financeira internacional.
Responsável pela TI da América Latina da indústria de alumínio Alcoa, Tânia Nossa já tem testado com sucesso essa estrutura na qual há a figura de um braço direito do CIO. Quando, no final de 2008, Tânia passou a acumular a gerência-geral da divisão de Global Services Business da companhia ? liderando uma equipe de 453 profissionais ?, ela decidiu delegar todas as funções operacionais e ligadas ao dia a dia do departamento de tecnologia da informação para a gerente de sistemas da companhia, Renata Maniero.
?Graças ao trabalho da Renata, hoje eu consigo me dedicar apenas às questões estratégicas?, detalha Tânia, ao contar que a gerente passa boa parte do tempo viajando pelas subsidiárias latino-americanas da companhia, com o intuito de detectar demandas específicas de TI. "O que me consumiria muito tempo", relata a gerente-geral.
Fonte: www.tiinside.com.br
Até 2012, cerca de um quarto de todas os fornecedores de outsourcing de processos de negócios (BPO, na sigla em inglês) não existirá mais. Estudo do Gartner prevê que o cenário do setor se transformará radicalmente com o processo de consolidação, por meio de fusões e aquisições, e o surgimento de novos fornecedores em detrimento do desaparecimento de outros. Diante disso, a consultoria listou algumas maneiras das empresas se prepararem para as mudanças que devem ocorrer nos próximos anos.
Em primeiro lugar, o Gartner explica que muitos fornecedores têm se apoiado em contratos de BPO não lucrativos, principalmente porque saem em corrida desesperada por novos negócios e acabam não avaliando corretamente no que eles podem beneficiar a empresa. A consultoria aconselha a gastarem mais tempo e analisar os potenciais contratos de forma mais criteriosa.
Depois, alerta para a "inabilidade crônica" das empresas de conseguir novos contratos significativos, e por isso elas têm de aprender a gerir mais de um negócio simultaneamente, ao passo que os fornecedores precisam estar preparados para atender a várias demandas diferentes ao mesmo tempo. O Gartner também aponta que muitos fornecedores de BPO têm perdido seus clientes "carro-chefe", e quando isso acontece, é sinal de que as coisas não estão indo bem. Por isso, recomenda que é sempre importante a procura por clientes importantes, com nomes que significam sucesso em seus setores.
Por fim, a consultoria analisa que os cancelamentos de contratos de BPO no ano passado aumentaram muito em relação a 2007, e esse movimento acabou encarecendo para os contratantes. O Gartner acredita ainda que, antes do serviço ser contratado, é preciso que todas as partes esclareçam todos os pontos contratuais e, no momento da rescisão, ter certeza de que todas as possibilidades foram exploradas.
Fonte: www.computerworld.com.br
Essa é a meta da Brasscom e Apex, que lançaram nesta quinta-feira (24/9) relatório sobre setor de tecnologia da informação no País.
Com uma participação de 7% no produto interno bruto (PIB) nacional, o mercado de tecnologia é um dos mais importantes para a economia brasileira. Aumentar as exportações na área para a casa dos 3,5 bilhões até 2010, contra 2,2 bilhões de dólares em 2008, é um dos principais objetivos da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
O primeiro passo para atingir essa meta foi consolidar informações do setor e reunir em um relatório denominado Brasil TI-BPO Book 2008-2009, que busca demonstrar que o País tem um mercado maduro de tecnologia e que está apto a receber investimentos. O estudo foi formulado com o apoio das consultorias A.T. Kearney, IDC, e Booz & Company.
Hoje, o país que mais exporta serviços ainda é a Índia, que deve finalizar 2009 com 55 bilhões de dólares em exportações. Segundo o presidente da Brasscom, Antonio Gil, a Índia deve manter essa posição, enquanto o Brasil luta pelo terceiro ou segundo posto, em um mercado que é disputado por países como China, Rússia, México e Filipinas.
O documento também indica que o Brasil emprega cerca de 1,7 milhão de pessoas, entre programadores, analistas de sistemas e gerentes, um contingente que cresceu cerca de 6,5% desde 2005. O levantamento mostra que 77 mil profissionais chegam ao setor todos os anos por meio das escolas especializadas.
Segundo o estudo, o mercado global de serviços de TI-BPO na modalidade offshore vai movimentar 84 bilhões de dólares, número que deve chegar a 101 bilhões em 2010. Para abocanhar parte desse investimento, o relatório defende que o Brasil tem conhecimento do negócio, profissionais qualificados, infraestrutura robusta e suporte do governo, com investimentos e incentivos fiscais. As fontes públicas de financiamento somaram 120 bilhões de dólares em 2007.
Além disso, o relatório demonstra um ambiente econômico, político e legal favoráveis, compatibilidade cultural, proximidade de fuso horário e empresas bem estabelecidas, com conhecimento de legislação local e totais condições de oferecer serviços de qualidade dentro de prazos aceitáveis.
Apesar do cenário, Gil destaca que há muitos pontos para serem melhorados e nos quais a entidade pretende atuar, como custo da mão de obra brasileira e questões relacionados à qualificação, sobretudo no idioma inglês. ?Mesmo assim, o País tem total condições de se diferenciar nesse mercado competitivo, mostrando seus diferenciais de inovação, alto valor de serviços, entre outros?, afirma.
A Apex, por sua vez, está investindo cerca de 30 milhões de reais para criar campanhas de marketing e divulgar os serviços do Brasil no exterior. São 15 milhões em recursos públicos e mais 15 milhões das iniciativas privadas.
Fonte: www.computerworld.com.br
Foi o que revelou estudo inédito, realizado pelas consultorias IDC e Accenture, que ouviu 150 das maiores empresas instaladas no País.
A nata das empresas que atuam no Brasil ainda está aquém de atingir o nível de maturidade desejado quanto ao uso de infraestrutura de tecnologia da informação (TI). Pelo menos essa foi a constatação feita pelo estudo Brazil Infrastructure Maturity X-Ray, divulgado na última quarta-feira (23/9), pela consultoria Accenture e pelo instituto de pesquisa IDC.
Inédito no País, o levantamento ouviu 150 companhias de grande porte, em agosto e durante todo este mês de setembro. Seu principal objetivo foi mapear o cenário da TI das empresas e medir o grau de evolução tecnológica de suas operações.
O Brasil apresentou nível 2,4 de maturidade, enquanto a média mundial é 4. ?O esperado é que chegássemos, pelo menos, a nível 3?, afirma o gerente sênior da Accenture, Jesus Lopes Aros.
A avaliação teve como pano de fundo as melhores práticas de gestão de TI, a biblioteca ITIL (do inglês Information Technology Infraestructured Library), considerada hoje a espinha dorsal dos projetos de infraestrutura. Embora o mesmo estudo revele que 50% dos entrevistados dominem o padrão ITIL, quando o ideal seria que esse índice fosse de, no mínimo, 75%.
A metodologia envolve níveis que vão de 1 a 5 ? informal, repetido, definido, controlado e otimizado. ?Esse cenário é preocupante já que o Brasil desponta como uma das economias que mais crescem em investimentos de TI e Telecomunicações, superando os países da América Latina e deixando para trás Coréia e Índia, entre os emergentes?, explica Roberto Gutierrez, diretor da IDC.
De acordo com o consultor da Accenture, um ponto relevante a observar é de que forma o orçamento de TI vem sendo usado. Atualmente, há uma concentração em gastos ligados a manutenção do parque instalado.
Ou seja, do total de empresas ouvidas, 35% dos investimentos são destinados à infraestrutura existente. ?Quando deveríamos ter ações voltadas a melhorias dos processos de gestão e inovação?, destaca Aron.
A pesquisa aponta também as políticas de TI Verde ainda estão em fase incipiente. A média de maturidade no Brasil ficou na casa dos 2,3, muito abaixo dos 3 desejáveis. ?Muito se fala em política de sustentabilidade, mas as empresas não acordarão para importância do tema?, diz Gutierrez.
Fonte: Portal IG
a LAN Designers, empresa que oferece soluções estratégicas de TI, investe pela primeira vez,em 20 anos,em ações de marketing. Nesse último timestre de 2009, serão R$ 100 mil aplicados em vídeo veiculados em canais alternativos do aeroporto Santos Dumont, em anúncios de revistas especializadas e ainda em anúncios em jornais segmentados do Rio de Janeiro. Para 2010, a verba será acrescida de 20%.
A LAN faturou 43,87% a mais em 2008, se comparado ao número alcançado em 2007, e até o final de 2009 pretende faturar mais 21,89% do que em 2008. A meta da Lan é crescer mais 30% ao ano daqui pra frente.
Fonte: www.vitrinepublicitaria.net.
LAN Designers, consultoria estratégica com soluções em TI, investe pela primeira vez em propaganda depois de 20 anos no mercado. Para o último trimestre do ano, serão aplicados R$ 100 mil em ações locais: vídeos no Aeroporto Santos Dumont e anúncios em mídias impressas segmentadas.
Para 2010, a LAN pretende aumentar em 20% o budget de comunicação. A LAN está presente no Rio de Janeiro, Vitória, Belo Horizonte e em São Paulo.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Levantamento do IT Leaders 2009 aponta que muitos CIOs acumulam funções que vão além da área de tecnologia
O IT Leaders 2009 - estudo realizado pela Computerworld e pela IDC para mapear o perfil dos lideres de tecnologia no país - comprova que o antigo discurso de que esses profissionais estão deixando de lado o perfil técnico tornou-se realidade. Hoje, mais do que o pé de igualdade com seus pares de negócios, é possível encontrar CIOs acumulando funções que vão além da definição das estratégias de tecnologia.
Um exemplo é Jair Lorenzetti, CIO da M5 Têxtil, companhia que controla a marca M.Officer. Depois do processo de reestruturação organizacional da empresa, ele passou a acumular, além da TI, também a coordenação das áreas de governança e logística. Mais que isso, a gerência financeira da empresa está subordinada a ele. A posição do executivo não é comum, mas dá uma ideia do quanto o profissional de TI vem se envolvendo com as áreas de negócios.
Ao tomar a frente das iniciativas de governança, Lorenzetti assumiu a revisão de todos os processos de negócios da M5, o que significou uma série de mudanças dentro da companhia. ?Encontramos as causas de vários problemas. Eram as caixas de Pandora, clãs e feudos que dominavam processos que não pertenciam à empresa, mas às pessoas?, afirma.
Situação semelhante viveu Leandro Balbinot, diretor de tecnologia e processos das Lojas Renner, que coordenou o projeto de verificação de toda a cadeia de suprimentos da companhia. ?Varremos todos os processos sob o ponto de vista de negócios, com objetivo de reduzir estoque nas lojas e no centro de distribuição?, diz.
Para o projeto, que vai até 2010, a rede varejista contou com um grupo multifuncional, liderado pela área de TI. ?Houve uma inversão de papeis, a TI deixou de ser demandada para ser demandante. Houve ceticismo, mas no final foi muito bem aceito?, afirma.
O CIO da indústria farmacêutica AstraZeneca, Rogério Ribeiro, explica a mudança de perfil na definição de sua função dentro da empresa: buscar inovação que dê retorno ao negócio. Por conta disso, nos últimos dois anos ele inovou na estruturação de sua área, que foi dividida em verticais de negócio, acompanhando as áreas de atuação da companhia. Além disso, o perfil da equipe também mudou, e hoje ela é formada por profissionais que entendem de tecnologia e de negócios. ?A empresa tinha grande número de projetos para serem executados e a priorização exigia uma cabeça diferente de tecnologia. Estas pessoas hoje estão preparadas para este contexto?,diz.
Ao avaliar as mudanças, o executivo as classifica como positivas e constata que a área de TI passou a fazer parte do negócio. ?Essa postura gerou uma expectativa diferente em relação à nossa área, que hoje usa a inovação para mostrar o que pode ser feito para que sejamos um braço estratégico, não um custo?, afirma.
Fonte: www.computerworld.uol.com.br
Mercado de bancos de dados e análises de informações se transforma graças às novas infra-estruturas de tecnologia sem limites físicos e geográficos.
As infra-estruturas de tecnologia mudam muito rapidamente. Conseqüentemente mudam os bancos de dados e as análises de informações. Muda também a forma como eles transitam por redes de computadores, servidores nas nuvens e diferentes espaços geográficos.
Nesse contexto, as empresas de banco de dados e de soluções analíticas já trabalham em maneiras de viabilizar o fluxo dessa informação em tempo real e de gerar informações para os negócios de forma integrada com os processos.
?Os dias em que executivos se valiam de relatórios no fechamento do mês para análise dos negócios estão passando. A tendência é de que os dados analíticos e os processos do dia-a-dia fiquem cada vez mais integrados?, diz Peter Thawley, diretor sênior da Sybase, empresa especializada em gerenciamento de informações.
O grande desafio da indústria da tecnologia é fazer essa transição sem que usuários percebam, ou seja, desenvolver linguagens para a integração dos dados, de forma que os usuários sintam que estão mexendo com a mesma interface e plataforma de sempre.
O que vai permitir essa nova abordagem é o avanço do hardware. Atualmente, a capacidade das memórias, a velocidade das redes e o desempenho dos dispositivos permitem a atualização das bases em tempo real.
Para viabilizar esse novo modelo, Thawley sugere que os dados devem estar em pequenas máquinas de custo baixo, unidas para parecer que formam somente um computador. A ideia pode parecer contraditória com as tendências atuais de consolidação de servidores e virtualização. Mas, para o executivo, faz sentido ser for levado em consideração que a maioria dos datacenters operam bem abaixo da sua capacidade total.
Outro esforço da indústria para o estabelecimento dessa nova forma de tratar dados é o desenvolvimento de tecnologias de replicação, que precisam ficar cada vez mais rápidas e eficientes, além de serviços de dados em tempo real. O executivo da Sybase cita como exemplo de inovação nessa área a empresa Coral8, desenvolvedora de um mecanismo chamado Complex event processing (CEP).
A tecnologia, licenciada para a Sybase, é uma aplicação de análise que permite a identificação de alterações que afetam imediatamente a dinâmica dos mercados, se alinhando à nova tendência de análise contínua de negócios.
Com tantas mudanças em curso, uma nova onda de empresas start-ups, companhias iniciantes que contam com injeção de capital, deverão surgir para prover soluções. Cabe aos profissionais de tecnologia identificar as mais inovadoras e mais eficientes dentro das necessidades de cada negócio.
Fonte: www.tiinside.com.br
O Brasil ocupa a 40ª posição no ranking mundial que mede a competitividade da indústria de TI em 2009, com uma pontuação de 36,6 de um total de 100 pontos no índice, segundo estudo divulgado pela Economist Intelligence Unit, unidade de consultoria da revista inglesa The Economist, patrocinado pela Business Software Alliance (BSA).
O estudo, agora em seu terceiro ano, analisa e compara os ambientes de tecnologia da informação de 66 países, incluindo o Brasil, para determinar em que medida eles proporcionam competitividade ao setor de TI. O relatório diz que o país teve melhor desempenho no ambiente geral de negócios, em pesquisa e desenvolvimento e no apoio à indústria de TI. Áreas que podem ser melhoradas incluem capital humano, infraestrutura de TI e ambiente legal.
Os cinco países mais bem colocados na América Latina são Chile (27º), Brasil (40º), Argentina (41º), México (48º) e Colômbia (52º). Na comparação com os países emergentes que compõem o chamado Bric (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil se mantém na mesma posição, mas muito próximo da Rússia em 38º, China em 39º e Índia, na 44ª colocação.
?Globalmente, o setor tem suportado bem a crise, apesar da redução de gastos em tecnologia?, diz Denis McCauley, diretor de pesquisa em tecnologia da Economist Intelligence Unit. ?Em vez de tomar medidas de curto prazo para impulsionar a produção do setor ou em dar apoio a produtores de TI que enfrentam problemas, os governos deveriam focar no fortalecimento dos fatores fundamentais para competitividade do setor no longo prazo.?
De acordo com a Economist Intelligence Unit, seis fatores funcionam em conjunto para criar um ambiente sólido para o setor de TI: uma oferta ampla de trabalhadores qualificados; cultura favorável à inovação; infraestrutura tecnológica de primeira linha; sistema legal robusto que protege a propriedade intelectual; economia estável, aberta e competitiva; e liderança governamental que atinge o equilíbrio certo entre a promoção da tecnologia e a permissão para as forças de mercado atuarem. Aqueles países com bom desempenho nesses seis ?fatores de competitividade? geralmente abrigam indústrias de TI de alta performance, diz a consultoria.
O estudo, que tem o objetivo de oferecer um mapa para os governos focarem suas políticas para o setor de TI, aponta também a redes de banda-larga como fator essencial para a competitividade de TI, alertando que e a lacuna neste quesito pode aumentar para os países com adoção mais lenta.
Empresas de tecnologia demandam acesso à internet veloz, confiável e seguro e a importância de banda larga irá crescer, enquanto mais serviços e aplicações são entregues pela internet, prevê o estudo. Além disso, coloca o investimento no desenvolvimento de talento como um imperativo de longo prazo. Segundo a Economist Intelligence Unit, aqueles países que fornecerem uma combinação de treinamento em TI, negócios e cursos de idiomas irão gerar uma mão-de-obra mais forte.
A consultoria avalia que o protecionismo e o apoio para ?campeãs nacionais? irão limitar esforços de recuperação ? e a competitividade do setor em prazo mais longo. Por isso, defende que os governos devem atingir um equilíbrio entre o apoio que estimula o crescimento da indústria e investimento, e aquele que introduz práticas injustas no mercado e protecionismo que pode prejudicar a competitividade.
Regimes de Propriedade Intelectual estão sendo aprimorados em muitos mercados emergentes, no entanto, mais avanços são necessários, aponta o estudo, ao enfatizar que a proteção à propriedade intelectual permanece criticamente importante para a competitividade do setor de TI e é uma forma relativamente de baixo custo de estimular o desenvolvimento econômico de longo prazo.
Segundo a pesquisa do Gartner, os orçamentos voltados à aquisição de sistemas voltados à proteção de dados corporativos e conformidade com normas regulatórias devem crescer 4% no próximo ano.
Fonte: www.cio.uol.com.br
Investimentos em serviços e softwares de segurança devem ultrapassar outros gastos corporativos com TI no próximo ano. Esta informação faz parte do estudo global realizado pela consultoria Gartner, o qual aponta que os orçamentos voltados à aquisição de sistemas voltados à proteção de dados corporativos e à conformidade com normas regulatórias devem crescer 4% em 2010, ao passo que os recursos alocados à contratação de serviços voltados à segurança tendem a aumentar 3% no período.
O estudo ouviu cerca de mil gestores de tecnologia com poderes de decisão sobre o orçamento de TI. ?No cenário atual, de incertezas econômicas e com a tendência de redução dos gastos com tecnologia, o crescimento apontado pelo estudo demonstra a importância das políticas organizacionais de proteção?, diz o diretor de pesquisas do Gartner, Adam Hils, que complementa: ?Entre os quesitos que serão mais valorizados pelas companhias no ano que vem, estão: segurança de e-mails, filtros de URL, gestão de acessos e identidades dos usuários.?
Na opinião de outro diretor de pesquisa da consultoria, Ruggero Contu, além de foco voltado às questões já citadas, os gestores de TI devem estar cientes de que as novas vulnerabilidades enfrentadas pelas organizações requerem mais investimentos do que os hoje alocados em segurança da informação.
Para Peter Weill, no País, apenas as organizações do setor financeiro e as empresas de mineração mostraram sinais de evolução nas métricas e nos processos para controle das operações de tecnologia da informação.
Fonte: www.cio.uol.com.br
No Brasil, cerca de 38% das grandes corporações possuem projetos estruturados de governança de TI, ao passo que esse índice salta para 95% quando analisadas as melhores práticas na área de finanças. Os dados, que fazem parte de um estudo realizado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), foram apresentados a CIOs brasileiros pelo presidente do conselho e pesquisador-sênior do Centro para Pesquisas em Tecnologia da Informação do MIT, Peter Weill.
Em entrevista exclusiva à CIO, o especialista alertou que esses números confirmam uma falta da maturidade das companhias brasileiras em relação à gestão do desempenho dos departamentos de TI.
Weill, que é autor do livro ?IT Governance: How Top Performers Manage IT Decision Rights for Superior Results? (Governança de TI: Tecnologia da Informação, em português), defende que, embora a crise tenha aberto os olhos dos executivos quanto à importância das políticas de governança, no Brasil, apenas empresas dos setores financeiro e de mineração evoluíram efetivamente no desenvolvimento de métricas e de processos para controle das operações de tecnologia da informação.
Ele destaca ainda que a chave para elaborar um projeto eficaz de governança de TI é ?fazer tudo do modo mais simples possível?. Para tanto, Weill aponta quais são os quatro passos fundamentais que devem ser seguidos no processo de desenvolvimento das políticas:
1. Buscar o alinhamento com as áreas de negócios: de acordo com o especialista, antes de iniciar a elaboração do projeto de governança, os CIOs precisam conhecer profundamente a estratégia dos demais departamentos da organização. ?Só assim saberão como estipular objetivos que realmente tragam resultados para o negócio?, diz ele.
2. Mapear projetos e serviços de TI: os CIOs devem mapear formalmente todos seus ativos e, principalmente, identificar redundâncias e aquilo que pode ser eliminado. ?Dessa forma, reduzindo custos, ganharão a confiança dos gestores das demais áreas e mostrarão que não são apenas um centro de custos da companhia?, explica Weill.
3. Estabelecer prioridades: depois de eliminar o que é dispensável, os gestores de TI devem priorizar os projetos e serviços do departamento de acordo com a estratégia do negócio e buscando, sempre, a valorização da companhia perante o cliente final.
4. Acompanhar resultados: o CIOs devem avaliar as políticas de governança trimestralmente para, então, estipular metas mais factíveis à equipe e identificar fatores que atrapalham o desempenho da área, bem como a tomada de decisão por parte das lideranças.
Segundo estudo que consultou responsáveis pela tomada de decisão em TI nesse mercado, as outras prioridades atuais são buscar o aumento das receitas corporativas e a renegociação de contratos.
Fonte: www.cio.uol.com.br
O mercado brasileiro de tecnologia da informação crescerá 5,7% este ano, acima da média prevista para a América Latina, que é de 4%, segundo projeções da consultoria IDC. Um levantamento da empresa aponta que os principais assuntos em alta entre os executivos do setor financeiro - um dos grandes responsáveis pela taxa de crescimento - que levam à compra de serviços e produtos de tecnologia são: eficiência operacional, relacionamento com clientes, gestão de riscos e integração.
De acordo com pesquisa da consultoria com decisores de TI do setor financeiro, 86% dos entrevistados informaram que aumentar a eficiência operacional é o principal motivador para investir em tecnologia. Em segundo lugar, aparece o aumento de receita e, em terceiro, com 29%, a renegociação de contratos.
Na análise do diretor de consultoria da IDC, Roberto Gutierrez, esses fatores abrem espaço para investimentos mais intensivos em ferramentas analíticas de Business Intelligence (BI). "Acho que a crise está dando um gás a mais em BI porque ela auxilia as empresas a conhecerem os clientes e auxiliam na gestão, com a análise de crédito e risco", afirma ele.
Outros assuntos apontados como "quentes" pelo especialista são virtualização de servidores; convergência/Voz sobre IP; ferramentas de gerenciamento; aprimoramento da estratégia de terceirização; Software como Serviço (SaaS); conformidade e segurança.
Por outro lado, alguns tópicos perderam a força no atual cenário, entre eles, a arquitetura orientada a serviço (SOA); comunicações unificadas; TI Verde; treinamento em TI; renovação de infraestrutura; grandes implementações de software de gestão (ERP) e redes sociais/web 2.0.
"O mercado de SOA esfriou em relação a 2008. Tem uma demanda grande, mas exige muito esforço tanto em termos de investimento quanto de mão-de-obra", afirma Gutierrez. Na análise do especialista, essa necessidade de aplicação de recursos faz com que as empresas deixem o tema de lado, já que essa é a hora das companhias otimizarem investimentos e cortarem custos.
Para 2010, a avaliação de Gutierrez é que SOA e TI Verde se recuperem, ganhando força. Redes sociais e web 2.0 também podem conquistar mais espaço no orçamento de tecnologia do setor financeiro.
Vedete na área de Service Desk da Rede Gazeta (Vitória-ES), o ASK (Always Seeking Knowledge), desenvolvido e implantado pela LAN: TI Aplicada a Negócios, tem se destacado por suas funcionalidades também no planejamento dos fluxos de atividades em outros setores da empresa.
Na área técnica, a ferramenta tem contribuído para a qualidade dos programas da TV Gazeta desde o final de 2008.
O ASK controla e gerencia solicitações, prioriza atividades e controla o fluxo dos processos. Além disso, os gerentes podem acompanhar os trabalhos e identificar tendências por meio de relatórios.
O resultado pode ser percebido, por exemplo, quando o telejornalismo da TV Gazeta realiza um 'ao vivo'. "Neste caso, basta o editor-chefe entrar em contato com a área técnica, onde ele faz a solicitação, e na mesma hora uma requisição é aberta no ASK", disse Elias Domingos, um dos gerenciadores responsáveis pelas aberturas dos pedidos.
Na requisição, conforme o profissional, tudo fica discriminado, como hora, local e a quantidade de técnicos, entre outros pontos. Após a realização do trabalho, a equipe envolvida com o trabalho faz um relatório e envia para o solicitante, que avalia o serviço e encerra a requisição.
Elias avalia que a ferramenta trouxe maior agilidade e segurança a todo o processo, "antes cada um anotava as solicitações e tarefas da forma que achava necessário. Agora, com a solução, o próprio técnico administra o seu dia-a-dia e todos os trabalhos desenvolvidos por ele ficam registrados e organizados", disse.[14]
A LAN: TI Aplicada a Negócios é também responsável pela implantação nas empresas de painéis de desempenho para o monitoramento e análise da governança específica de TI, bem como a modelagem e implantação de processos e outros serviços. Trata-se de uma solução que alinha a estratégia de TI à estratégia corporativa, com a avaliação de desempenho, para mostrar uma visão clara e contextualizada da atividade empresarial, atendendo à expectativa de negócio definida pelas corporações.
A área de Consultoria da LAN: TI Aplicada a Negócios cria a Divisão GoMaps (Governance Monitoring and Analysis Performance Scorecards) para atender o crescimento de demanda por governança corporativa e de TI. Em tempos de racionalização de despesas, os serviços da nova unidade de negócio visam à redução de custos corporativos, identificação de novos fornecedores, mapeamento de processos e o estabelecimento de metas para empresas que desejam aumentar seus níveis de eficiência.
A GoMaps é uma consultoria especializada em soluções de negócios, atuando nas áreas de otimização de resultados, gestão por desempenho, eficiência operacional e gestão de contratos. Assim, auxilia empresas a desenvolverem iniciativas para o aumento de produtividade, maximizando o desempenho dos recursos.
Para atingir esses objetivos, a diretora da área de Consultoria da LAN, Ricelle Meller, disse que um conjunto de soluções, que se complementam, está organizado em quatro iniciativas. Esta orientação, segundo a executiva, permite a construção de uma ‘árvore’ centralizada, através de indicadores / metas, utilizada para a plataforma integrada de gestão de desempenho.
A primeira iniciativa oferece a Otimização dos Resultados, com redução de custos e processo orçamentário para utilização da tecnologia de informação (TI). Na segunda, há a disponibilização das ações para Eficiência Operacional, assim organizadas: Mapeamento de Processos de Negócios (AS-IS), Modelagem de Processos (TO-BE) e a Metodologia de Gerenciamento de Projetos.
Na iniciativa seguinte, a terceira, está a Gestão do Desempenho, com a Implantação da Plataforma GoMaps (mesmo nome da Divisão) e a Consultoria de Gestão de Desempenho, iniciativas voltadas para governança corporativa e de TI. Na quarta e última, a tecnologia GoMaps oferece a consultoria para contratação, seleção e gerenciamento de contratos.
A LAN: TI Aplicada a Negócios é especializada em estratégia de gestão por diretrizes e tem se destacado por sua capacidade de gerenciamento de projetos em sistemas de informação nas áreas Financeira, Industrial, de Telecomunicações e de Saúde. Com matriz no Rio de Janeiro e filiais em São Paulo, Belo Horizonte, Vitória e João Pessoa, a Consultoria atende ao mercado de Governança Corporativa, de TI, Implantação de Redes e soluções em Services Desk.
A área de Consultoria da LAN TI aplicada a negócios cria a Divisão GoMaps (Governance Monitoring and Analysis Performance Scorecards) para atender o crescimento de demanda por governança corporativa e de TI. Em tempos de racionalização de despesas, os serviços da nova unidade de negócio visam à redução de custos corporativos, identificação de novos fornecedores, mapeamento de processos e o estabelecimento de metas para empresas que desejam aumentar seus níveis de eficiência.
A GoMaps é uma consultoria especializada em soluções de negócios, atuando nas áreas de otimização de resultados, gestão por desempenho, eficiência operacional e gestão de contratos. Assim, auxilia empresas a desenvolverem iniciativas para o aumento de produtividade, maximizando o desempenho dos recursos.
Para atingir esses objetivos, a diretora da área de Consultoria da LAN, Ricelle Meller, disse que um conjunto de soluções, que se complementam, está organizado em quatro iniciativas. Esta orientação, segundo a executiva, permite a construção de uma 'árvore' centralizada, através de indicadores / metas, utilizada para a plataforma integrada de gestão de desempenho.
A primeira iniciativa oferece a Otimização dos Resultados, com redução de custos e processo orçamentário para utilização da tecnologia de informação. Na segunda, há a disponibilização das ações para Eficiência Operacional, assim organizadas: Mapeamento de Processos de Negócios (AS-IS), Modelagem de Processos (TO-BE) e a Metodologia de Gerenciamento de Projetos.
Na iniciativa seguinte, a terceira, está a Gestão do Desempenho, com a Implantação da Plataforma GoMaps (mesmo nome da Divisão) e a Consultoria de Gestão de Desempenho, iniciativas voltadas para governança corporativa e de TI. Na quarta e última, a tecnologia GoMaps oferece a consultoria para contratação, seleção e gerenciamento de contratos.
Estudo realizado pela área de Tecnologia da Informação da TV Gazeta-ES constatou que entre cerca de 350 funcionários da emissora havia no segundo semestre de 2008 um elevado nível de aprovação no atendimento e suporte dado pelo Service Desk da LAN: TI Aplicada a Negócios. Com índices de 0 (ruim) a 3 (excelente), os resultados revelaram uma média de 2,6 pontos, bem próxima do nível máximo de satisfação.
A pesquisa foi desenvolvida de forma automática, através de uma nova funcionalidade da tecnologia ASK (Always Seeking Knowledge), implantada desde 2005, pela Consultoria. A novidade permite a parametrização de qualquer tipo de avaliação quanto aos atendimentos prestados por TI. Como exemplo, o gerente de Contas Corporativas da LAN, Ismael Sant’Anna, disse que podem ser criadas pesquisas específicas por tipos de problemas ou serviços, e por área responsável, para gerentes e diretores. “Trata-se de uma poderosa ferramenta de aferição, que nos fornece informações necessárias para tomarmos decisões e definirmos melhorias e ajustes nas equipes e nos processos”, afirmou o executivo.
O estudo teve ainda como objetivo avaliar a interação dos usuários de TI da emissora com o Service Desk prestado internamente pela Consultoria. O ASK é uma ferramenta voltada para o controle e gerenciamento de solicitações de qualquer natureza, de materiais e serviços, que age como facilitador no dia-a-dia de trabalho e que gera relatórios estatísticos e gerenciais. Outra característica da solução é a priorização das atividades, atribuindo responsabilidades e controlando o fluxo dos processos.
Os funcionários ouvidos informaram que faziam o contato telefônico com o Service Desk e tinham suas demandas resolvidas na hora, sem que fosse necessário o deslocamento de técnicos para suas salas. Entre as questões respondidas na pesquisa estavam a solução dada pelo analista, o tempo para apresentação da solução e a cordialidade do analista no atendimento. “Além disso, o funcionário da TV Gazeta podia fazer comentários e sugestões para a melhoria do serviço”, destacou Ismael Sant’Anna.
A LAN: TI Aplicada a Negócios é especializada em estratégia de gestão por diretrizes e tem se destacado por sua capacidade de gerenciamento de projetos em sistemas de informação nas áreas Financeira, Industrial, de Telecomunicações e de Saúde. Com matriz no Rio de Janeiro e filiais em São Paulo, Belo Horizonte, Vitória e João Pessoa, a Consultoria atende ao mercado de Governança Corporativa, de TI, Implantação de Redes e soluções em Services Desk.
LAN: TI Aplicada a Negócios desenvolveu Centros de Operações de Infraestrutura de Redes e de Segurança - das siglas NOC e SOC - para o atendimento ininterrupto às empresas. Os Centros, em operação desde o final do ano passado, estão integrados à tecnologia GoMaps - Governance Monitoring and Analysis Performance Scorecards, também da LAN, e contam com a parceria da empresa israelense de segurança e análise de riscos ICTS Global.
Por atuar de forma contínua, os Centros de Operações detectam alterações no ambiente de TI, identificam e acionam os profissionais para eventuais correções nos processos. Tal característica do serviço, de acordo com a LAN, permite que as centrais atendam às empresas sem que haja a acumulação de custos pelos serviços prestados.
A ferramenta de governança GoMaps oferece visão privilegiada e precisa de monitoramento e controle dos sistemas de gestão. Trata-se de um painel que ao atuar juntamente com os Centros oferece indicadores de desempenho, com informações gerenciais a respeito do ambiente monitorado.
Para a diretora da Divisão GoMaps da LAN, Ricelle Meller, sua área, que é uma unidade de negócio focada em consultoria de gestão corporativa e de TI, "vem auxiliando as empresas a desenvolverem iniciativas para o aumento de produtividade e maximização do desempenho dos recursos", disse.
Segundo a executiva, por ser especializada em soluções de negócios, a GoMaps faz o acompanhamento da gestão e é fundamental para que a corporação consiga implementar ações de melhoria e de manutenção do nível desejado para suas atividades.
Na avaliação de Arnaldo Goldemberg(Foto), CEO da LAN, "os Centros de Operações são particularmente interessantes para empresas que precisam assegura-se de que seus sistemas estão funcionando corretamente e ao longo de todo o dia, mas que não tem profissionais para o monitoramento contínuo do ambiente", concluiu.
A LAN: TI Aplicada a Negócios desenvolveu Centros de Operações de Infraestrutura de Redes e de Segurança - das siglas NOC e SOC - para o atendimento ininterrupto às empresas. Os Centros, em operação desde o final do ano passado, estão integrados à tecnologia GoMaps - Governance Monitoring and Analysis Performance Scorecards, também da LAN, e contam com a parceria da empresa israelense de segurança e análise de riscos ICTS Global.
Por atuar de forma contínua, os Centros de Operações detectam alterações no ambiente de TI, identificam e acionam os profissionais para eventuais correções nos processos. Tal característica do serviço, de acordo com a LAN, permite que as centrais atendam às empresas sem que haja a acumulação de custos pelos serviços prestados.
A ferramenta de governança GoMaps oferece visão privilegiada e precisa de monitoramento e controle dos sistemas de gestão. Trata-se de um painel que ao atuar juntamente com os Centros oferece indicadores de desempenho, com informações gerenciais a respeito do ambiente monitorado.
Para a diretora da Divisão GoMaps da LAN, Ricelle Meller, sua área, que é uma unidade de negócio focada em consultoria de gestão corporativa e de TI, ?vem auxiliando as empresas a desenvolverem iniciativas para o aumento de produtividade e maximização do desempenho dos recursos", disse.
Segundo a executiva, por ser especializada em soluções de negócios, a GoMaps faz o acompanhamento da gestão e é fundamental para que a corporação consiga implementar ações de melhoria e de manutenção do nível desejado para suas atividades.
Na avaliação de Arnaldo Goldemberg (Foto), CEO da LAN, ?os Centros são particularmente interessantes para empresas que precisam assegura-se de que seus sistemas estão funcionando corretamente e ao longo de todo o dia, mas que não tem profissionais para o monitoramento contínuo do ambiente?, concluiu.
A LAN: TI Aplicada a Negócios é especializada em estratégia de gestão por diretrizes e tem se destacado por sua capacidade de gerenciamento de projetos em sistemas de informação nas áreas Financeira, Industrial, de Telecomunicações e de Saúde. Com matriz no Rio de Janeiro e filiais em São Paulo, Belo Horizonte, Vitória e João Pessoa, a Consultoria atende ao mercado de Governança Corporativa, de TI, Implantação de Redes e soluções em Services Desk.
Programa de governança desenvolvido pela consultoria LAN: TI Aplicada a Negócios permite a altos executivos de instituições financeiras e de empresas o monitoramento dos dados e a melhoria do desempenho profissional. A ferramenta denominada Corporate GoMaps - Governance Monitoring and Analysis Performance Scorecards oferece à direção da corporação visão privilegiada e precisa de todo sistema, com o mapeamento dos processos, chave para o atendimento das estratégias de negócio e eventuais correções de rumo, antes que se manifestem.
De acordo com Ricelle Meller(Foto), diretora da LAN, “essa visão é essencial para que a empresa possa identificar claramente onde pode e precisa melhorar e, posteriormente, manter o nível de desempenho desejado”.
Na origem dessa iniciativa está a Governança de TI e a experiência de alguns anos da LAN na execução de diversos projetos bem sucedidos na área. A expertise da Consultoria levou à conclusão de que uma abordagem semelhante poderia ser aplicada com sucesso às corporações como um todo.
A LAN é especializada em estratégia de gestão por diretrizes e tem se destacado por sua capacidade de gerenciamento de projetos em sistemas de informação nas áreas Financeira, Industrial, de Telecomunicações e de Saúde. Com matriz no Rio de Janeiro e filiais em São Paulo, Belo Horizonte, Vitória e João Pessoa, a Consultoria atende ao mercado de Governança Corporativa, de TI, Implantação de Redes e soluções em Services Desk.